20 de maio de 2010

Às vezes ser advogada não tem piada nenhuma.


Dêem-me antes um bar na praia e o dia inteiro com os pezinhos na areia a servir morangoskas, por favor.

Em Bali, de preferência (se não for pedir muito, claro.
Eu prometo que aí servia também as meninas da foto).

Foto de Miss Strawberry 

18 de maio de 2010

Eu até nem queria falar sobre isto mas o último fim-de-semana não me sai da cabeça, tamanha foi a loucura.

E foi de tal forma, que nem sei bem por onde começar. Baptizado no sábado (para nós às três, para a mãe e respectivos convidados às quatro e meia) de um baby lindo de morrer que, com apenas três mesinhos de existência, já viu os seus ricos paizinhos fazerem-se à vida em direcções completamente opostas. Ah e tal, eu queria mesmo era ter um filho, portanto podes pôr-te a andar daqui para fora se não te importas. Apercebi-me agorinha mesmo que, afinal, não gosto de ti. Ups...


Ainda assim, conseguiram celebrar, em conjunto, a cerimónia religiosa mais hipócrita de todos os tempos. Acabada a cerimónia, os convidados que têm relações de amizade entre si trocam informações e apercebem-se que há duas festas: uma com o baby, em casa de sua mãe; outra sem o baby, em casa de seu pai. O G. é amigo do pai do baby e foi assim que eu fiz parte (e jamais esquecerei, confesso) da festa mais alucinada de todos os tempos.

Se alguém me dissesse que eu iria estar numa festa daquelas, com dezenas de marmanjos, a celebrar o baptizado de um puto de 3 meses, eu iria jurar a pés juntos que jamais, jamais, atentem bem, me veriam numa situação dessas. Cala-te boca que nestas coisas o melhor mesmo é ficarmos calados e não dizer desta água não beberei. Pelo menos, foi a lição que eu retirei daqui. E então eram mais ou menos 50 pessoas (entre as quais, 4 a 5 raparigas, euzinha incluída), numa casa minúscula mas com um grelhador ao pôr-do-sol e isso é que é importante, diziam os convivas. Foram quilos de carne, rios de bebida, vidas tão cheias, foram oceanos de amoooorrrrr… (e muita ganza se fumou naquela sala, credo!, e a música fazia (literalmente) estremecer todas as (poucas) paredes daquela casa e toda a gente dançava e dançava e falava alto pa caraças e continuavam a encharcar-se em bebida e eu às tantas, em desespero de causa, decidi beber um copo de vinho tinto quase de penalti e roguei ao G. por amor de Deus, leva-me daqui para fora imediatamente! Ala que se faz tarde, saímos na hora certa. Depois, ao que sei, foi o degredo total e os donos da casa (sim, que o recém-papá-recém-separado divide agora casa com um amigo) a tentar manter a postura perante a polícia enquanto alguém gritava da varanda “enrola outra, enrola outra”!

Eu e o G. decidimos então ir para um sítio mais calmo, mais a nossa (minha) onda e fomos ouvir o concerto da sweet Jasmim Jones no surf camp de Ribeira d’Ilhas. E eu confesso que não aguentei mais. E não queria acreditar no quão surreal havia sido a minha tarde de sábado. E foi aí que, iluminada, quem sabe, por uma luz divina, achei por bem começar a beber como se não houvesse amanhã. E assim foi uma morangoska, e outra e outra e ainda mais outra. Mas afinal houve amanhã e a bebida não me tocou assim tanto. Só um bocadinho, pronto.

Do G. nem vou falar. Deu asas à imaginação e foi vê-lo voar. Fui eu quem levou o carro para casa mas no dia seguinte o fofo ainda me disse: “olha, consegui estacionar bem o carro ontem à noite!, completamente surpreendido com a sua façanha!”. Pois, pois, estacionaste lindamente, querido. A cabeça na sanita, claro!

Andam uns pais a criar uns filhos uma vida inteira para isto. Shame on us…

Ainda nem sequer começou o Mundial



e eu já estou farta da puta da vuvuzela. Irra, que coisa mais estúpida!

14 de maio de 2010

Há uma música nova de Train que me põe a sonhar acordada e me transporta para noites de Verão bem quentes e me põe a dançar com os pés na areia, de braços esticados a girar sobre mim mesma e a sorrir, a sorrir, feliz, leve e livre, de vestidinho branco e cabelos louros à solta. E a divertir-me com o meu grupo de amigos, no surf camp de Ribeira a comer aquelas pizzas maravilhosas e a beber morangoskas contigo, ao final da tarde, a ver o pôr-do-sol no terraço e a sombra dos surfistas no mar dourado. Ai verão, volta rápido por favor. Falta-me o sal e o sol.

13 de maio de 2010

Há coisa mais estúpida?!?

O que é que Miss Strawberry faz quando está com a neura?

Vai às compras.

O que é que acontece depois de Miss Strawberry ir às compras?
Fica com uma neura ainda maior, com um peso gigante na consciência por todo o dinheiro que gastou!

Sim, estou no bom caminho, não haja dúvida!
[digam-me, por favor que não sou a única...]

28 de abril de 2010

Os meus dias têm mais horas que os teus

7h da manhã – pular da cama com um olho aberto outro fechado
Pegar no carro, ir até ao Parque de São Sebastião e deixá-lo lá a apanhar um solzinho bom.
Passeio a pé em passo rápido até Ribeira d’Ilhas (40 minutos a andar bem)
[a Ericeira de manhã é tão mas tão linda]
Passar pela padaria para comprar pão e queijinhos frescos na Loja da Amélia
Regressar a casa, tomar banho e despachar-me a mil à hora
Vir para Lisboa (carros, obras na A8, greves, confusão imensa)
Próxima paragem: Finanças (despachei-me relativamente rápido, abençoada preferência no atendimento)
Escritório, contratos e mais contratos e assuntos pendentes para despachar
Almoço em casa com uma amiga; preparar almoço para as duas, arrumar e limpar cozinha
Passar pela farmácia e tomar café no sítio do costume
Tarde no escritório a dar andamento a todos aqueles assuntos chatos que tenho vindo a chutar para canto nos últimos tempos
20h – saída do escritório
Ida para a Ericeira
Jantar a dois
Novo passeio a pé, desta vez até à Foz do Lizandro
Regresso a casa, duche rápido com direito a esfoliação de corpo e rosto
Cremes e mais cremes que este corpo tem de se manter hidratado e sem um pingo de celulite até ao Verão
Arrumar casa e roupas deslocadas (as roupas lá em casa movem-se com uma facilidade incrível) enquanto deixo a máscara de rosto actuar
Retirar máscara, lavar dentes e vestir pijama
Ver os últimos dez minutos da Anatomia de Grey
Ler três páginas do Americano Tranquilo
Apagar a luz e não ter sono
Mobilar a casa e planear os detalhes do casamento em milhares de frames mentais
Tentar desligar e adormecer
Dores nas pernas, muito cansada mas feliz.

Gosto tanto de dias assim.

27 de abril de 2010

Consumir até 25-03-2010

Jazia na tampa do iogurte que acabei de comer.

[O primeiro verbo não foi aqui utilizado ao acaso. Se não nos lermos mais, já sabem o que me aconteceu.]

21 de abril de 2010

Qual é a probabilidade de isto acontecer a outra pessoa qualquer?!?

Eu diria que nula.

Hoje tive uma reunião fora, no escritório de um cliente cuja actividade principal é o transporte rodoviário de passageiros. Sem saber ao certo onde eram os escritórios, opto por ir de táxi (solução que raramente me deixa ficar mal em Lisboa). Terminada a reunião, perguntam-me se preciso de boleia para algum lado. Digo não, não se preocupem, vou de táxi. Ora essa, Dra. Eu peço a alguém que a leve, não custa nada. Sendo assim, agradeço, digo-lhe enquanto retribuo uma chamada.

Passados uns momentos, Dra., Dra., venha depressa que está mesmo um autocarro a partir em direcção ao Campo Grande. Já viu que sorte?

É verdade, é preciso ter mesmo sorte! E, assim, lá vim eu (incrédula com o que me estava a acontecer) mais o motorista e o autocarro. Os três, alegres, até ao Campo Grande.

16 de abril de 2010

Não sei se já vos disse que…


No próximo dia 31 de Julho (sim, eu sei, ainda falta imenso tempo) rumo a um dos destinos que mais queria conhecer: o Vietnam. Eu, ele e as respectivas mochilas. Sem nada marcado, à excepção da viagem. A ver vamos no que vai dar.

Ela é a miúda mais fofa que eu conheço

É filha do meu namorado e tem quatro anos. No fim-de-semana passado, numa das nossas conversas, disse-me que se vai desenhar no paninho de limpar os meus óculos para eu me lembrar dela quando for velhinha.

Eu? Eu fiquei enternecida com tanto carinho, claro.

Impaciente


É a palavra que melhor me define.
Quero sempre resultados rápidos em muito pouco tempo.

15 de abril de 2010

Coisas de que eu não gosto #4


Pessoas com alterações bruscas de humor.
Assustam-me com tamanha imprevisibilidade.

Este blog é mágico

A Mãe Inês, que é das pessoas mais queridas que eu (virtualmente) conheço ofereceu-me este selinho:



Dizem as regras que tenho de começar uma frase com “Magia é….

Magia é, para mim,

Pois bem, espero que tenham gostado da minha definição de magia.

Como? Não conseguiram ler? Não me digam que as palavras desapareceram como que… por magia!

Mãe Inês, não leves a mal mas hoje deu-me para a palhaçada!
Beijinhos e, uma vez mais, obrigada pelas tuas doces palavras.

1199 euros

Há uns meses decidi colocar numa lata de metal todas as moedas de um e de dois euros que me aparecessem à frente. Não consegui retirar de circulação todas as moedas (ainda) mas já levo um excelente avanço. Ontem apeteceu-me contabilizar o progresso e foi este o resultado (e a lata ainda nem sequer está cheia). Não haja dúvida de que no poupar é que está o ganho.

9 de abril de 2010

Coisas de que me envergonho



Adormecer na aula de yoga.
[Só me espanta como é que ainda não tinha acontecido antes...]

8 de abril de 2010

Toca a votar, please!

Eu já tive a oportunidade de ouvir estes meninos ao vivo uma mão cheia de vezes. Mas nunca, em nenhuma dessas vezes, tive o privilégio de poder ouvir a minha música preferida. Agora estou a alguns cliques de o meu sonho se poder tornar realidade.

E vocês, meus queridos, bem que podiam ajudar-me... Só têm de votar, aqui. Eu já o fiz. E vou continuar a fazer, claro está!

É claro que tenho sentimentos


Não gosto é de os expressar. Ou partilhar. Principalmente com os que me são mais próximos.

7 de abril de 2010

É um sinal, de certeza…



Hoje acordei a chorar. Era véspera do dia do meu casamento e eu não tinha nada preparado. Se bem me recordo só tinha o vestido de noiva e nada mais. Não consegui contactar a wedding planner que, vá-se lá saber porquê, era a Katherine Heigl?!. Ela não me atendia o telefone e eu estava completamente desesperada. Não sabia onde era o local, se a decoração das mesas estava tal e qual como eu tinha idealizado, não sabia sequer se ela tinha tratado do bolo de noiva. Estávamos à mesa, eu num pranto total, a chorar que nem uma Maria madalena e a maldizer a minha vida. Que o melhor seria cancelar o casamento, que faltavam menos de 18 horas e seria impossível organizar tudo a tempo, que o melhor seria fugirmos os dois e, com sorte, os convidados nem sequer apareceriam… estava tão aflita, estava histérica. Acordei a chorar com o despertador a tocar mesmo ao meu ouvido. Ufa, que alívio… (pelo sim, pelo não, este fim-de-semana vou já tratar de reservar o local da festa)

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