15 de setembro de 2010

Hoje sinto-me o monstro das bolachas

Meio pacote já foi. Não faz mal, as orcas também têm direito a casar.

Na senda do post anterior...

E agora sou tão lamechas que me vieram logo as lágrimas aos olhos ao ler este texto.

A redoma de ferro ficou na Ásia...

Há uns anos atrás perdi a fé. Nos amigos, nos amores, em deus, na vida, nas pessoas em geral. Criei barreiras invisíveis. Uma redoma de ferro totalmente intransponível. Tornei-me uma pessoa inacessível, fria, rude e constantemente revoltada com a vida. Digamos que esta também nem sempre me correu de feição e aquela barreira acabou por ser a minha protecção durante alguns anos, como se de uma melhor amiga se tratasse. Eu e ela dávamo-nos bem. Aliás, muito bem. Cresci, tornei-me mais forte, deixei de sofrer tanto. 

Um dia cansei-me de ser assim. De viver sem emoções, de tudo [ou quase tudo] me ser indiferente, de não confiar nas pessoas, de me afastar delas só porque sim. Decidi mudar a minha atitude perante a vida. Coincidiu com a minha primeira viagem a Bali. Foi uma viagem de descoberta interior. Vim de lá completamente diferente, tornei-me uma pessoa melhor.

E verdade seja dita, gosto bem mais de mim assim...

13 de setembro de 2010

Sei que não estou bem quando...

ao consultar o meu e-mail no telemóvel, encosto o dito cujo ao ouvido. Acho que preciso de férias outra vez.

E o prémio para o maior fiasco do ano 2010 vai para...

Lisbon Unplugged!

A sério, já tive festas de aniversário com mais gente...

8 de setembro de 2010

Não me posso esquecer...

de sonhar. sempre. de ser feliz. de dizer o quanto te adoro. de gostar de mim. de sorrir só porque sim. de ter a força e a coragem necessárias para ultrapassar os maus momentos. de não deixar nada por fazer. ou pelo menos tentar. de arriscar sempre e cada vez mais. de perdoar. de não dar importância às coisas que a não têm. de não me arrepender do que já fiz. de não lamentar o que deixei por fazer. de querer sempre mais. agora e sempre.

Ainda estou de queixo caído...

Acabei de ver o perfil que a filha de uma colega de escritório criou no facebook. A miúda tem 10 anos e eu juro que ainda não me recompus. Aquelas fotos, meu deus, aquelas fotos...

7 de setembro de 2010

Ele há com cada dilema na minha vida...

Estes meninos (que são uma das minhas bandas preferidas) vêm cá no próximo sábado. A minha sogra faz anos nesse mesmo dia. Sinto-me tão dividida.

Está decidido

Casamos em Bali.

6 de setembro de 2010

Energia, muita energia

Gosto quando ando entusiasmada com muitas coisas ao mesmo tempo. Recorda-me os velhos tempos, quando andava sempre cheia de projectos e ideias no pensamento.

Realmente, não há nada como uma pausa para pôr as ideias no lugar. Isso e sentir-me bem comigo mesma.

1 de setembro de 2010

Chocolate



Nem acredito que só vi este filme, pela primeira vez, há dois dias atrás.

Adoro pessoas que, de tão especiais, conseguem mudar a vida das outras pessoas pelo simples facto de serem quem são.

Acho que é por ser Setembro...

Há um terreno na Ericeira que é o terreno dos meus sonhos. Hoje passei por lá, no meu passeio matinal a caminho da Foz do Lizandro. Apeteceu-me construir uma vida nova.

31 de agosto de 2010

O melhor do mês de Agosto...

Foi mesmo o mês de Agosto! Adorei tudinho.

Pena que o regresso à vida normal esteja a custar tanto...

11 de agosto de 2010

Mas e que nao saio daqui mesmo!

Estou a amar o Vietnam.
O "hallo" sorridente das criancas nas montanhas ainda nao me saiu da cabeca.
A simpatia de toda a gente a minha volta e algo que me vai marcar para sempre, sem duvida. 
A beleza assustadora dos vales e montanhas de Sapa, a tarde bem passada a experimentar (quase) todos os vinhos que existiam no Topas Ecolodges, a Jenna e o Mike, a "Lagoa Encantada" repleta de criancas sorridentes e afaveis, o T. e a C., o terror, tristeza e vergonha que senti na Prisao Museu de Hanoi, a estranheza ao ver o corpo embalsamado de Ho Chi Min no Mausoleu, a cidade frenetica e nunca silenciosa, os mercados cheios de gente as cinco da manha, as formacoes carsicas de Halong Bay, a noite a bordo, aquela tempestade medonha que se abateu sobre nos mas em que me senti totalmente segura  porque envolta nos teus bracos, o Jeremy e a Ali, as viagens no comboio nocturno, as paisagens, os arrozais, os chapeus conicos. Tudo isto e tanto e tao pouco ao mesmo tempo.

Tudo tem sido tao espectacular que me parece quase inacreditavel. As pessoas que temos conhecido, os sitios por onde temos passado, as imagens que ficam presas na retina, as emocoes que tudo isto me desperta. Tem sido uma viagem de descoberta. De um pais, das suas gentes, dos sitios extraordinarios (muitos deles classificados como patrimonio mundial) e ate de mim...

E e por tudo isto e muito mais que daqui nao saio, daqui ninguem me tira.

3 de agosto de 2010

Se Hanoi e uma cidade vibrante?

A avaliar pela tempestade que se abateu sobre ela esta noite, eu diria que e uma cidade que vibra demais...

2 de agosto de 2010

Desde o meu ultimo post...

Ja fiz uma viagem de longo curso que me trouxe ate Hanoi e me deixou verdadeiramente deslumbrada com Hong Kong;
Vi tres filmes maravilhosos no aviao, de tal forma intensos que ainda nao consegui parar de pensar neles (destaque particular para o "The Echos of the Rainbow", um filme asiatico que ganhou o Crystal Bear for the Best Film no Berlin International Film Festival deste ano);
Senti o cansaco de horas infindaveis de voo ao ponto de achar que ia cair para o lado.

Mas hoje acordei e apercebi-me, uma vez mais, que o cansaco de uma viagem como esta em nada se compara com o proveito que dela podemos retirar. Chegamos a Hanoi ao final do dia de ontem. Fomos brindados com um calor e uma humidade insuportaveis. O normal, nesta epoca do ano. Tomamos um banho, jantamos e dormimos. Muito.

Logo pela manha fizemo-nos a estrada. Literalmente, e a pe. Decidimos deixar o hotel onde nos encontravamos hospedados em busca de um que fosse mais real, que fosse mais Hanoi, que fosse mais Vietnam. Saimos do Bairro Frances, contornamos a margem direita do Lago Hoan Kiem (lindo, lindo, lindo) e entramos no Bairro Antigo da cidade. Enquanto deambulavamos pelas ruas desconhecidas, sem rostos familiares (thank god) encontramos um hotel simplesmente maravilhoso, bem no seio do pulsar vietnamita. Recentemente inaugurado, acolhedor e cheio de gente simpatica, como se quer.

Almocamos tarde num restaurante local e decidimos explorar, novamente a pe, todo o bairro antigo da cidade. E um milagre estar a escrever este post, confesso. Juro que nao sei como sobrevivi a centenas e centenas de motos que vinham na minha direccao, ora da esquerda ora da direita e, normalmente, ao mesmo tempo. Nao sei como nao fui abalroada por uma delas, juro.

Visitamos o mercado de Dong Xuan e fomos quase ate a margem do Rio Vermelho. Faltou-nos apenas atravessar aquela ponte de ferro dancante banhada por passeios infectados com seringas e elasticos de abracos fortes.

Transito caotico, milhares de motos (ja tinha referido este facto?), buzinadelas e apitos pelas ruas tipicas onde se vende de tudo. E quando digo tudo, e mesmo tudo o que possam imaginar.

As ruas sao verdadeiramente nojentas mas as pessoas sao doces e afaveis, de sorriso envergonhado no olhar...

O Bairro Antigo da cidade traz-me Bali a memoria. As cores, os cheiros (um misto de canela, incenso e comida podre que paira no ar), os sorrisos e o som  constante. Nao ha silencio aqui mas isso e bom. E a isto que cheira Hanoi.

Chegamos agora ao hotel e estou de rastos. Mas com um sorriso estampado na cara que, dificilmente, me deixara desacompanhada este Agosto...




Fotos de G.

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