tão mais de perto...
20 de outubro de 2010
15 de outubro de 2010
14 de outubro de 2010
Coisas que me afligem
saber que os meus dias não têm 24 horas
saber que tenho um trabalho demasiado exigente para, um dia, poder criar os meus filhos em condições e ter o tempo e a disponibilidade física e mental necessários
precisar de emagrecer uns bons quilinhos e não conseguir [porque sou demasiado gulosa, porque quando ando stressada como mais, porque sim e até porque não, porque hoje é o último dia e amanhã é que começo a portar-me mesmo bem e a fazer dieta à séria...]
tornar-me velha, feia, má, arrogante e insensível
não ser uma boa namorada [aqui tenho tantas, tantas falhas...]
falhar com as coisas que prometo a mim mesma
não ter tempo para nada
passar pela vida a flutuar [acontece-me tantas vezes. sinto que não sou eu quem habita o meu corpo, que coisa mais estranha...]
perder alguém que me seja muito chegado
que a minha enteada um dia me odeie
não conseguir chorar
dizem que revelarmos os nossos medos faz bem. a mim, pelo menos, limpou-me a alma.
saber que tenho um trabalho demasiado exigente para, um dia, poder criar os meus filhos em condições e ter o tempo e a disponibilidade física e mental necessários
precisar de emagrecer uns bons quilinhos e não conseguir [porque sou demasiado gulosa, porque quando ando stressada como mais, porque sim e até porque não, porque hoje é o último dia e amanhã é que começo a portar-me mesmo bem e a fazer dieta à séria...]
tornar-me velha, feia, má, arrogante e insensível
não ser uma boa namorada [aqui tenho tantas, tantas falhas...]
falhar com as coisas que prometo a mim mesma
não ter tempo para nada
passar pela vida a flutuar [acontece-me tantas vezes. sinto que não sou eu quem habita o meu corpo, que coisa mais estranha...]
perder alguém que me seja muito chegado
que a minha enteada um dia me odeie
não conseguir chorar
dizem que revelarmos os nossos medos faz bem. a mim, pelo menos, limpou-me a alma.
À noite, na cama
Ele, muito indignado: Quero lá saber o que é que os outros acham! As pessoas acham demais. Pelo menos, é o que eu acho. Não achas?
Eu, encolhida nos lençóis: Sim, acho...
13 de outubro de 2010
So f**king tudo e mais alguma coisa
Em dias como este só me apetecia ficar o dia todo enfiada na minha cama, na companhia de um bom livro e de um pijama fofinho.
[Estar a ouvir o Unintended dos Muse em modo repeat durante toda a manhã também não tem ajudado muito, confesso]
12 de outubro de 2010
My broken heart brought me a new one
Foi um coração partido que me trouxe as músicas que ainda hoje oiço.
A essas mesmas músicas agradeço todos os dias por lhe terem dado conserto...
1 de outubro de 2010
29 de setembro de 2010
28 de setembro de 2010
27 de setembro de 2010
24 de setembro de 2010
Como fazer um homem duvidar de si mesmo

De manhã, para ele: hoje fazes tu a cama?
[Ele olha para mim com aquele ar de "e-qual-é-a-novidade-se-sou-eu-que-a-faço-todos-os-dias?" mas acaba por fazê-la.]
À hora de almoço fui a casa e aproveitei para dormir uma pequena sesta. Saí à pressa e deixei a cama por fazer.
À noite, quando chegámos:
"Antes de saíres, não me disseste que a cama já estava feita?"
Ele, olhando incrédulo para meia cama por fazer: "E fiz, quer dizer, pelo menos, acho que sim, pensava que tinha feito. Eu ando mesmo cansado, acho que estou a precisar de férias outra vez!"
"Olha, eu não! Tenho aproveitado [mentira!] a hora de almoço e venho a casa dormir uma sestinha para repor as energias."
[Escusado será dizer que o menino ficou capaz de me matar...]
22 de setembro de 2010
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