8 de fevereiro de 2011

Será do aproximar dos 30?

Decidi pôr mãos à obra e dar forma a um projecto novo. Sejamos realistas. Não quero ser advogada para sempre.

7 de fevereiro de 2011

E para acabar o dia em beleza...

... nada como um passeio à beira-mar, a sentir o vento gélido acarinhar-me a face. Adoro esta sensação do frio que aquece. O corpo e a alma. É por isto [e por muito mais, claro] que sou tão feliz na Ericeira. Era incapaz de viver longe do mar.

Prova superada

Pois bem, no sábado lá fui eu com a mãezinha experimentar vestidos de noiva. E não é que gostei? Fui super bem atendida, senti-me uma princesinha e a minha vontade era sair da loja com cada um dos modelitos que experimentei escarrapachado no corpo.

O pior de tudo? A indecisão. Gostar de vários vestidos e não saber qual deles escolher... Por mim, levava vários e mudava de vestido a cada duas horas. Ou isso ou caso-me mais vezes...

4 de fevereiro de 2011

São dois calmantes, por favor

Amanhã vou experimentar vestidos de noiva. Estou nervosa. Acho que não vou gostar de me ver vestida de noiva.

Não posso ir de calças de ganga, havaianas e um top giro?

Ontem foi dia de compras


Não conhecia. Comprei-o pelo nome e pela imagem. Uma agradável surpresa.

A ver vamos se me surpreende...



Iron and Wine. Amo esta banda!

Just love it! What a voice.





Meu Deus, vou chorar de certeza! Recordar os meus 15 aninhos e toda uma adolescência passada ao som destes meninos a vibrar ao som de Livin' on a Prayer, Runaway, Blaze of Glory, Bad Medine, Keep the Faith, In these arms, entre tantas outras... E o Bed of Roses e o Always, meu Deus, estou uma lamechas do pior....


3 de fevereiro de 2011

How bad is this?

Desejar estar grávida só para poder ficar uns meses sem trabalhar...

A questão que se coloca é: estou assim tãaaaooooo a precisar de férias ou foi o alarme do meu relógio biológico que disparou sem eu dar por ele?!?!?

Biutiful




Um grande filme com uma interpretação brutal de Javier Bardem. A não perder. Mesmo.

2 de fevereiro de 2011

Random pictures of a life to come







 fotos roxy e pampa mia

10 coisas que me aconteceram em Janeiro

[para além de ter andado numa luta constante comigo mesma]

1. Descobri(mos) que organizar um casamento, por mais pequeno que seja, é, sem dúvida, uma tarefa hercúlea;
2. Entrei de rompante nas vidas de Alice e Mattia e ainda não os consegui esquecer [um livro magnífico que recomendo a quem esteja a precisar de ser arrebatado pela leitura - "A solidão dos números primos", de Paolo Giordani];
3. Refugiei-me em Odeceixe num fim-de-semana gélido e o meu coração veio de lá um pouco mais quente;
4. Refugiei-me também em mim um pouco mais quando não o devia ter feito;
5. Decidi, finalmente, fazer dieta a sério [correu bem nos primeiros dez dias...];
6. Achei por bem fazer o exame de italiano na mesma, apesar de apenas ter ido a quatro ou cinco aulas [há que ter iniciativa e arriscar];
7. Fiz franja [já não me via assim há 19 anos, mais coisa menos coisa];
8. Tomei a decisão de voltar ao ginásio mas ainda não meti lá os pés;
9. Apercebi-me que a vida é curta demais para não ser vivida intensamente mas ainda estou a lidar com esse facto;
10. Apeteceu-me voltar a escrever.

10 de janeiro de 2011

Odeio quando sou apenas metade de mim

... mas é isso que tenho sido nos últimos tempos. Metade de mim. Em tudo.

Tenho sido metade de mim em tudo. Eu, que me dava em todas as coisas em muito mais do que era, agora vejo-me reduzida a apenas metade daquilo que sou [ou costumava ser, já não sei...]. E não há sensação pior que essa. 

Está na altura de partir em busca da metade que, inadvertidamente, sem me aperceber, deixei para trás. Volto quando a [me] encontrar.

4 de janeiro de 2011

A tranquilidade não chegou com o novo ano. Nem tão pouco a vontade, a garra e a determinação que eu tanto desejava. Continuo apática, a deixar-me embalar pelos dias que não hesitam em passar, que não se demoram, que não perdem tempo comigo...

Dezembro foi um dos meses mais complicados de sempre aqui no escritório. Dias inteiros a trabalhar, muitas vezes sem pausa para almoço ou jantar, chegar a casa a horas obscenas, noites muito mal dormidas, um cansaço extremo que se acumulou e me pesa nos ombros, deixando-me os ossos adormecidos à custa de tanto esforço.

Tinha prometido a mim mesma voltar em força este ano. Dar mais de mim em tudo o que faço, com alma e dedicação. Cuidar de mim, dormir bem, ter uma alimentação saudável, regressar ao ginásio, ao yoga, às aulas de italiano, ler mais, ir ao cinema e ao teatro, dedicar-me (ainda) mais à família e aos amigos...

Fico cansada só de pensar nisto tudo.

Talvez esteja a exigir demasiado de um novo ano que, afinal de contas, é só mais uns dias num emaranhado de dias que se repetem incessantemente.
Talvez esteja a depositar grandes expectativas em algo que não tem significado nenhum. Talvez esteja na altura de perceber que um novo ano, por si só, não é nenhum recomeço e retirar essa pressão dos dias que passam no calendário.

Talvez esteja na altura de perceber que a mudança tem de começar em mim, sem dia ou hora marcada... 

30 de dezembro de 2010

Queria escrever qualquer coisa bonita neste ano que ora finda mas não consigo. Falta-me a inspiração e a doçura das palavras.

Sinto-me cansada como há muito tempo não me sentia. Estou tonta, em desequilíbrio e sem forças. Preciso que o novo ano me ampare e me leve ao colinho. Preciso de novas forças e energias renovadas. Preciso de deitar a cabeça na almofada e sossegar.

Até para o ano.

Coisas a nunca fazer num aeroporto

Ontem fui a Madrid fechar um negócio. Despachei-me mais cedo que o previsto e decidi dar um pulinho ao Thyssen para ver a exposição do Testino. Aproveitei, passei pela loja do Museu e comprei aquele belo exemplar do MaRio de Janeiro.


Sigo para o aeroporto e enquanto espero pelo embarque, decido dar uma vista de olhos no dito livro. Erro crasso, a jamais cometer. Nunca por nunca abrir um livro desconhecido num sítio público. É que pode aparecer, ao virar da página, assim do nada, um Fernando Fernandes em nu integral e os senhores ao vosso lado acharem que são umas depravadas [só espero que não tenham visto também as outras fotos...].

E aqui fica mais uma bela história para a caixa dos tesourinhos deprimentes de Miss Strawberry!

27 de dezembro de 2010

Estamos quase lá (mal posso esperar!) Ai, Ano Novo, chega depressinha, por favor...


É que não hei-de mesmo adaptar-me a esta me*da do novo acordo ortográfico!

Caso contrário, já teria escrito hei de (medo, que aberração e atentado à língua de Camões!).

E aviso já que continuo a fazer anos em Junho e não em junho e que o Natal para mim continua a ser em Dezembro. Vou continuar a viver numa fracção autónoma e a elaborar actas (e não atas - isso para mim, significa outra coisa.). E aviso também que sou baptizada (e que jamais serei batizada). Jóia, no meu dicionário, continuará a ter acento (independentemente de não ter nenhuma...)

Por mim, podia cair já um asterÓide (e não um asteroide) e acabar com esta merda toda do acordo ortográfico. Lamentavelmente, mas com muito orgulho, vou começar a dar erros aos trinta. É triste, muito triste.

17 de dezembro de 2010

Vendo 2 bilhetes para 30 Seconds to Mars

Aliás, até os ofereço à primeira pessoa a comentar este post...

15 de dezembro de 2010

Low expectations

Ao contrário do que eu esperava e em jeito de "estalada sem mão" às minhas piores expectativas, a festa de Natal do escritório acabou por ser o máximo. Gente feliz, bem disposta e descontraída, como se quer. Às vezes é bom não esperar muito de determinadas coisas [tal como das pessoas].

Único ponto negativo: ter percebido que já não tenho 19 anos, com muita pena minha. Agora os excessos pagam-se caro.

10 de dezembro de 2010

Do meu espírito natalício

Apetece-me tanto ir à festa de Natal do meu escritório como ir de encontro a um camião TIR [daqueles assim bem grandes, cheios de holofotes e buzinas...]. É que não tenho mesmo vontadinha nenhuma! 

9 de dezembro de 2010

Momento fútil do dia

Apresento-vos as minhas novas melhores amigas:


Coisas simples que eu adoro #2

Passar uma tarde chuvosa na companhia do meu Pai [o meu melhor amigo] a conversar sobre tudo e mais alguma coisa, acompanhados apenas por um bom vinho tinto. Adoro a cumplicidade que temos...

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