28 de junho de 2011
8 de junho de 2011
Até já
Vou só ali uns diazinhos à Sardenha e já volto.
[Quando regressar, não venho sozinha. Nem tão leve. Abençoados 30.]
The tree of life
Terrence, sweety, tu estás malick dos cornos? Mas o que é que te passou pela cabecinha para fazeres um filme destes?!? Ah, já sei. Decidiste brindar o júri de Cannes com uma obra-prima que não fossem capazes de criticar. Nem compreender... E vai daí que sim senhor, é um dos melhores filmes dos últimos tempos, que ninguém poderá deixar de ver ou ficar indiferente. Publicidade feita, distribuição assegurada, público aos magotes.
Como te achas intelectualmente superior, um guardião dos independent movies, único no seu género, decides fazer um filme imperceptível para o comum dos mortais. Assim ninguém te julga, com receio de ser apelidado de estúpido, por ser um filme de sua santidade, o famigerado Terrence Malick. "Ai, ele é um génio, fez um filme brutal, uma verdadeira obra-prima da meca do cinema. E a fotografia? Repararam bem naquelas imagens?"
É bem, é bem, estamos sempre a aprender. Só tenho mais uma coisinha para te dizer: give me back my money!
3 de junho de 2011
Este é o meu mês
Junho trouxe-me ao mundo, num dos dias mais quentes de sempre, há quase 30 anos. Eu própria quase não acredito mas a verdade é que vou fazer 30 anos. 30 anos.
Alguém me explica como é que ainda ontem tinha 19 e agora já vou a caminho dos 30?!?
2 de junho de 2011
1 de junho de 2011
Everybody has a ghost
Um dia vou descobrir por que motivo é tão difícil ser por fora quem sou, quem quero e quem imagino ser por dentro. Em todos os aspectos.
31 de maio de 2011
Recuso-me a alimentar boatos
Infundados ou não, cada um sabe de si. Alimentá-los é um desperdício de tempo e não nos traz felicidade alguma. Nem a nós nem a ninguém, julgo eu. Pelo menos, é nisso que quero acreditar.
26 de maio de 2011
20 de maio de 2011
Weddings' report #1
Organizar um casamento não é fácil. Organizar dois, muito menos. Ainda assim, e depois de ultrapassadas todas as chatices e desavenças iniciais, é uma fase muito gira. Quando todos os pormenores e detalhes são organizados e pensados a dois, ainda mais.
Ainda são milhares as coisas por tratar, não obstante já termos dado andamento a tantas outras.
Para o casamento de Bali, está tudo muito bem encaminhado. Já temos o local [ fabuloso, por sinal] e as coisas ainda por definir assentam apenas na escolha do bolo e do menu para o jantar. O vestido da noiva e da princesinha das alianças [ou menina das ambulâncias, como ela se intitula] já estão tratados, as sandálias também. Faltam os acessórios e o fato do noivo.
As viagens estão marcadas, as consultas do viajante e a estadia também. Vamos ficar todos juntos numa villa magnífica. Falta apenas definir os roteiros, quer das férias conjuntas quer da lua-de-mel.
Quanto ao casamento de cá, as ideias estão definidas mas ainda a pairar um pouco nas nossas cabecinhas. É deixá-las assentar e rezar para que tudo corra bem. Para já, ainda só temos definidos os locais da cerimónia e da festa e a fotógrafa, que é uma querida. A cerimónia vai ser na praia, a festa em casa dos meus pais. Também já marcámos data e hora na Conservatória. Vamos só os três.
Vão ser casamentos pequenos mas cheios de momentos grandes. Assim o esperamos.
12 de maio de 2011
Dos hábitos saudáveis que adquiri nos últimos tempos
- deitar e levantar cedo
- deixar de fumar
- começar a correr
- beber muita água e chá durante o dia
- privilegiar o consumo de frutas e legumes
- reduzir o consumo de álcool
- deixar de beber café
- ler muito, todos os dias
- voltar a praticar yoga
Dos hábitos assim não tão saudáveis que ainda mantenho
- atacar a máquina de vending do escritório quando me dá a fome [e não, a máquina não tem coisas saudáveis...]
- comer uma sobremesa ao almoço praticamente dia sim, dia sim
- roer as unhas [é uma desgraça, não consigo largar este vício...]
- hidratos de carbono ao jantar; não resisto, dá-me a fome
[faltam aqui imensos, como devem calcular, mas, ao que parece, a minha mente agora tem um dispositivo que bloqueia as coisas más e , quanto a isso, não posso fazer nada. A minha mente é que manda.]
- deixar de fumar
- começar a correr
- beber muita água e chá durante o dia
- privilegiar o consumo de frutas e legumes
- reduzir o consumo de álcool
- deixar de beber café
- ler muito, todos os dias
- voltar a praticar yoga
Dos hábitos assim não tão saudáveis que ainda mantenho
- atacar a máquina de vending do escritório quando me dá a fome [e não, a máquina não tem coisas saudáveis...]
- comer uma sobremesa ao almoço praticamente dia sim, dia sim
- roer as unhas [é uma desgraça, não consigo largar este vício...]
- hidratos de carbono ao jantar; não resisto, dá-me a fome
[faltam aqui imensos, como devem calcular, mas, ao que parece, a minha mente agora tem um dispositivo que bloqueia as coisas más e , quanto a isso, não posso fazer nada. A minha mente é que manda.]
11 de maio de 2011
9 de maio de 2011
A arte de visualizar
Andava às voltas, desde o início da semana passada, com um parecer importante para enviar a um cliente. A coisa não estava, definitivamente, a correr da maneira que eu queria. Acabei por estruturá-lo de uma forma que não a pretendida e enviei-o, muito a medo, para revisão do chefe. Não me sentia bem com o resultado final do meu trabalho, estava completamente insegura em relação ao mesmo. Obviamente, pediu-me para refazer o dito cujo com algumas críticas à mistura.
Se vos disser que durante o fim-de-semana não pensei em praticamente mais nada, não estou a mentir. Preocupa-me quando não consigo fazer bem as coisas. Talvez seja demasiado exigente comigo mesma mas a verdade é que, por princípio, não me contento com nada abaixo da excelência. Até que ontem, antes de adormecer e à custa de tanto pensar no assunto, visualizei o resultado final do famigerado parecer. Visualizei-o precisamente da forma que gostaria que tivesse tomado logo da primeira vez. Hoje, felizmente, foi só chegar ao escritório e pôr no papel todas as ideias que iam na minha mente.
E agora pergunto-me: será que a arte da visualização resulta mesmo ou foi apenas sorte de principiante? É que se resultar mesmo, a minha vida acabou de se tornar mais fácil.
6 de maio de 2011
4 de maio de 2011
Era tão isto
http://www.youtube.com/watch?v=oRdbvGgPPiw
O estilo de vida, a simplicidade, o surf e os amigos, a liberdade, o mar e uma vida errante, o sol, o ar puro, a tranquilidade e a música. Sempre a música. Na alma, nos gestos e nos sentimentos.
Às vezes sinto-me um pássaro ferido com uma asa partida. Aprisionada mas ansiando sempre pelo dia em que voltarei a voar.
[excelente realização de Taylor Steel - anúncio da Corona Australia.
Música fantástica: Years around the sun, "miles away"]
29 de abril de 2011
Este será provavelmente um dos maiores posts de sempre (a começar pelo título) mas eu estava mesmo a precisar de dar o grito do Ipiranga
Há pouquíssimo tempo atrás, eu andava infeliz. Aliás, eu estava mesmo de rastos. Com o aproximar do casamento, acho que entrei em paranóia com o meu corpo e a minha maneira de ser e de estar. A imagem que projectava de mim (e que ainda projecto), naquele dia em particular, era a de uma noiva magnífica (magra, entenda-se). Desde o início do ano que tenho andado numa luta constante comigo mesma (acho que isso se tem notado bastante por aqui e lá por casa também, diga-se de passgem, com o meu mau feitio exponenciado para lá dos limites do razoável...) e experimentei todas as dietas que possam imaginar. Tentei de tudo, desde a Lev à dieta do limão, passando pela dieta da sopa... até que percebi que estava a endoidecer. Eu estava, literalmente, a ficar maluca. Só pensava em comida, no que podia ou não comer, no que me estava mesmo a apetecer naquele momento, nas saudades que tinha desta ou daquela comida. Estava sempre a planear aquele que seria o "último" dia, a "última" refeição à vontade, aquela em que poderia comer tudo aquilo que queria e no dia seguinte, aí sim, começaria a ter cuidado com a alimentação. Podem não acreditar mas houve dias seguidos, provavelmente semanas, em que todos os dias era o "último dia". Até que não aguentei mais e decidi, simplesmente, MUDAR. Mudar de hábitos alimentares, mudar o meu conceito de comida saudável, mudar a forma como me tenho alimentado e a forma como encaro a comida, mudar de perspectivas, mudar, mudar, mudar...
Não o objectivo, como é óbvio, mas sim a forma como vou atingi-lo. Eu quero ser uma pessoa saudável e não quero andar a vida toda em dietas (já foram demasiados os anos a viver assim). Eu quero sentir-me bem sempre e não apenas nos primeiros dias em que começo uma nova dieta. Eu quero fazer exercício físico para me manter saudável e enérgica e não por obrigação. Eu quero ser uma mulher linda, sem excesso de peso e saudável e não apenas a noiva que, naquele dia, estava deslumbrante. Eu quero a excelência sempre. Quero ser uma pessoa saudável, enérgica, de bem com a vida. Eu quero ser uma pessoa feliz. E, recentemente, tomei duas decisões fundamentais: primeiro, não quero morrer nova e, segundo, não quero morrer doente e cheia de dores e, portanto, no que depender de mim, vou tratar do meu corpo, mente e alma como se fossem os bens mais preciosos que alguma vez possuí. Até porque são mesmo.
Agora, tenho cuidado com o que como. O meu corpo já não é mais um depósito de porcarias e toxinas. Agora seleciono e escolho os alimentos e divirto-me a prepará-los, cozinhá-los e, claro está, a comê-los. Agora, levanto-me cedíssimo para ir andar a pé ou correr, quando quase toda a cidade ainda está adormecida. Agora, ando cheia de energia e sinto-me bem e feliz. Agora, só agora, percebo verdadeiramente o quão mal me alimentei a vida toda e só lamento não ter percebido isto mais cedo.
Agora, sim, posso dizer que sou uma pessoa feliz.
28 de abril de 2011
It's a new day, it's a new life.... and I'm feeling good!
E o bom que é acordar às 5 da manhã? Já fiz de tudo um pouco: meditação, yoga e uma corrida pelo Jardim da Estrela. Não necessariamente por esta ordem.
Vi um sol maravilhoso a espreguiçar-se devagarinho no céu azul. O reflexo nas árvores e plantas do jardim é assim uma coisa indescritível. Que sensação tão boa!
Ainda são 10 da manhã e parece que o meu dia já vai a meio de tanta coisa que fiz, o que é óptimo. Parece-me que, finalmente, descobri a maneira de os meus dias terem 48 horas...
27 de abril de 2011
A felicidade é
a praia de São Lourenço e a dos Coxos, ao entardecer, nós, o sol e o mar e um jantar na pizzaria do costume.
Mas também é acordar a teu lado, com o sol a espreitar pela janela e sorrir. Simplesmente porque sim.
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