com todos os acessórios e afins. E, já agora, em roxinho.
22 de dezembro de 2011
Christmas (and all time) wishes
Ir sempre mais além. Não me contentar com a mediocridade nem com o assim-assim. É (mais) um dos meus desejos para 2012.
21 de dezembro de 2011
a crise chegou aos postais de Natal
Um cliente achou por bem enviar o mesmo postal de Natal (leram bem, o MESMO postal) para mim e para uma colega que trabalha comigo. Acho lindo!
17 de novembro de 2011
É oficial: deprimi
- eu já deixei praticamente de fumar
- deixei de beber café
- comecei a meditar diariamente (e tenho conseguido cumprir, salvo raras excepções)
- levanto-me todos os dias com as galinhas
Posso deduzir, portanto, que força de vontade e espírito de sacrifício não me faltam.
Então por que raio não consigo eu emagrecer, hãn?
[sim, este post vem na sequência do anterior. Fiquei traumatizada]
Em caso de dúvida, por favor, nunca perguntar
"É impressão minha ou está de bebé?"
(What the fuck?#!#?)
15 de novembro de 2011
Eu e o meu puré de castanhas
Ultimamente tenho andado mega entusiasmada com tudo o que diga respeito ao tema culinária, motivo pelo qual tenho passado bastante tempo numa divisão até agora menosprezada lá em casa: a cozinha. E a dedicação tem sido tanta que já a limpei na perfeição e ao pormenor, de alto a baixo. Fiz uma selecção dos equipamentos e utensílios de que realmente gosto e tenho as gavetas e armários preenchidos com coisas que realmente uso e que manifestam alguma utilidade (pelo menos, aparente).
Além disso, compro tudo (bem, quase tudo que eu cá sou uma pessoa selecta e com algum bom gosto) o que sejam livros e revistas de culinária. E cozinho, cozinho imenso. E divirto-me. Sinto-me uma dona de casa cuidada e responsável.
Tenho feito dezenas de experiências e tentativas gastronómicas. Gosto de perder (ganhar) tempo na cozinha, porque realmente me acalma e me faz sentir uma pessoa produtiva e ocupada. Acho até que há uma pequena Martha Stewart dentro de mim, na realidade.
Tenho de confessar, no entanto, que as minhas incursões culinárias nem sempre me correm bem. Ontem foi um desses dias. Fiz um puré de castanhas que mais parecia, digamos, vomitado de cão. Acho que é a imagem que melhor o define. Tinha um aspecto nojento, esbranquiçado e pastoso e o sabor, meu deus, o sabor, era realmente medonho. Tão medonho que nem eu consegui comer. E acho que isto diz tudo.
10 de novembro de 2011
Não deixa de ser curioso...
É precisamente nas alturas em que ando completamente assoberbada de trabalho que a minha vida toda se compõe. Torno-me mais regrada, mais disciplinada, acordo cedo por sistema, organizo o meu dia todo, consigo ir ao ginásio e ainda aproveito as horas de almoço para fazer qualquer coisa de útil. A inércia fica de lado e uma energia boa apodera-se de mim.
E apesar de chegar sempre a casa completamente de rastos, sinto-me bem. É uma sensação de dever cumprido, acho eu. E é bom.
9 de novembro de 2011
3 de novembro de 2011
This is me
As minhas vontades mudam e eu mudo com elas. Toda a minha vida tem sido assim. Ora aqui está uma coisa que não muda.
2 de novembro de 2011
28 de outubro de 2011
26 de outubro de 2011
E porque um azar nunca vem só...
quando fui a casa tomar um banho quente para me recompor, caiu-me a cortina do chuveiro em cima da cabeça.
percebem por que é que eu digo que há coisas que só me acontecem a mim?!?
Estão a ver este dilúvio que se abateu sobre Lisboa, certo? Chove sem parar há coisa de duas horas. E podia ser uma chuvinha miudinha, suavezinha, daquela que até refresca o rosto e sabe bem de tão fresquinha que é mas não, tinha de ser uma puta de uma chuva puxada a vento que já inundou meia cidade e me deixou à beira de um ataque de nervos!
Atentem só no meu azar [ou na minha estupidez, depende do ponto de vista]. Ontem comprei umas sabrinas lindas de morrer e hoje, na minha inocência matinal [de quem ainda só pode estar morta de sono e, portanto, com o raciocínio em off], achei por bem trazê-las para o escritório. Até aqui tudo bem, não fosse o facto de ter saído à rua à hora de almoço e de ter encharcado os pés até aos tornozelos [e o resto do corpo até aos calcanhares]. Juro, não havia uma pontinha de tecido das putas das sabrinas que não estivesse totalmente inundado em água!
Mas ainda há mais...
Atravesso a passadeira da Avenida da Liberdade e vejo uma poça gigantesca que, uma vez mais e na minha doce inocência, decido atravessar, dando um pequeno pulinho. Podia ter sido um gesto cheio de glamour e elegância, que podia, mas NÃO FOI. Foi um erro crasso, um erro muito crasso. O pé direito, ostentando uma puta de uma sabrina toda encharcadinha, resvala na pedra já alisada pelo tempo e aqui a je, tal boneco articulado, tomba sobre toda a sua lateral esquerda caindo direitinha, estateladinha e tudo o mais acabado em inha mesmo, mesmo, mesmo em cima da grandessíssima filha da mãe da poça de água. Foi um momento lindo de se ver, não haja dúvida.
11 de outubro de 2011
a felicidade também se esconde nestes pequenos (grandes) momentos
ir a casa à hora de almoço e aproveitar para dormir uma sestinha. é um luxo.
das coisas boas que temos por cá
no fim-de-semana passado rumámos a Sul. o Sábado foi passado nas magníficas suites alba resort, ora na praia ora na piscina. dia de descanso total. no Domingo, fizemos o check-out bem antes da hora e rumámos a norte pela costa vicentina. fomos à procura de ondas. encontrámo-las numa das praias mais magníficas da costa alentejana e que me enche sempre o coração. de tal maneira, que no próximo fim-de-semana quero ir para lá outra vez.
[já me vejo a dar longos passeios, bem cedo pela manhã, naquele areal gigantesco pintalgado de pequenas pedras escuras, que o sol tinge de dourado, onde as gaivotas saltitam, encantadas pelo mar que me embala à passagem. eu sou sempre tão feliz na costa alentejana]
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