Não é que realmente tivesse algo importante a dizer, portanto, na verdade, até nem me posso queixar. No primeiro mês não me fez falta, no segundo andei tão ocupada que quase não me lembrei da sua existência, no terceiro estive uns dias de férias, pelo que também não me fez espécie não conseguir aceder ao MEU PRÓPRIO BLOG mas agora, agora, confesso que já me estava a irritar. Não conseguir aceder ao meu próprio espaço enerva-me, sei lá!. É como chegar a casa, tentar abrir a porta e aperceber-me que não tenho as chaves comigo. Passa-se o mesmo quando fico sem tabaco. É sempre nessas alturas que me apetece MESMO um cigarro.
25 de setembro de 2012
27 de junho de 2012
A música que eu gostava que fosse minha
A sério. Se eu, por algum acaso da sorte, tivesse nascido com o mais pequeno dom para a música ou com qualquer espécie de dotes vocais, esta era a música que eu gostaria de ter criado. É simplesmente perfeita demais.
18 de junho de 2012
E já são 31
Os aniversários fazem-nos pensar e, por vezes, levam-nos a tomar decisões importantes. Quanto a mim, decidi simplesmente que este irá ser o melhor ano da minha vida!
17 de maio de 2012
Da auto-estima
E o bem que faz a uma mulher umas mãos e uns pés arranjados? Como é que pude descurá-los por tanto tempo é coisa que me aflige.
22 de abril de 2012
E ao sétimo dia de estudo, a pergunta que se impõe
Onde raio estava eu com a cabeça quando decidi ir fazer a porra do Mestrado?!?!
21 de abril de 2012
Em São Bento, pela manhã (mas podia ter sido noutro sítio qualquer)
Por mais que eu evite escutar essa voz e cheirar esse cheiro, há sempre qualquer coisa a dizer-me que o meu lugar não é aqui. Um dia destes sigo o meu instinto.
3 de abril de 2012
12 de março de 2012
Ao ver as fotos de quem passa pela Moda Lx, pergunto-me:
mas já ninguém se veste normalmente?!?! É com cada aberração, Santo Deus!
5 de março de 2012
I've got a confession to make
Quando era teenager, tinha uma paixão assolapada pelo Raúl, um dos grandes ícones do Real Madrid (por alguma coisa era - e julgo que ainda é - carinhosamente tratado pelos adeptos como Señor Raúl Madrid). Acompanhava todos os jogos da liga espanhola, registava todos os seus feitos, golos marcados, passes, assistências, enfim, eu respirava Raúl de manhã à noite. Admirava o seu carácter, atitude em campo e espírito de equipa. Era um jogador humilde mas um portento dentro das quatro linhas.
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| Vê-lo a ostentar a camisola do Real Madrid era qualquer coisa de indescritível! |
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| Cá beijinho coisa mai linda! |
Just for the record, Raúl Gonzalez Blanco foi o jogador mais jovem a ser utilizado pelo Real Madrid em competições profissionais (tinha apenas 17 anos). Foi também o primeiro jogador a marcar cinquenta golos na Liga dos Campeões e foi também o primeiro jogador a marcar em duas finais da Liga dos Campeões.
Mais curioso ainda (e isto é bem revelador da sua atitude em campo), nunca me lembro de Raúl ter recebido um cartão vermelho. Confesso que agora apenas tenho acompanhado de longe a sua carreira no Schalke 04 mas julgo que esta afirmação ainda hoje se mantém verdadeira.
Não é de estranhar, portanto, que eu comprasse tudo o que eram revistas e jornais espanhóis (que ainda hoje guardo)...
Lembro-me também de ter ficado tristíssima em dois momentos bastante significativos da vida deste meu ídolo: o casamento com a lindíssima Mamen Sanz (estúpida!) e a saída do Real Madrid. Fiquei devastada e juro que estas duas notícias me fizeram andar com um semblante triste e carregado durante vários dias.
Em compensação, também me lembro de dois momentos de enorme alegria: a camisola com o n.º 7 estampado nas costas que me ofereceram num Natal e o poster em tamanho quase real que ainda hoje veste uma das paredes do meu antigo quarto.
É certo que hoje já não sou "fanática" mas é por tudo isto que não consigo deixar de o reconhecer como um dos melhores jogadores de sempre. Para mim, há-de ser sempre o puto mais giro do Real Madrid que joga bem que se farta!
[Um dia destes falo-vos da minha também grande pancada com esse grande toureiro de seu nome Mário Miguel (um açoriano lindo de morrer)].
3 de março de 2012
Animals united
Bem sei que é um filme para crianças mas também vos garanto que, por vezes, é preciso alimentar a criança que há em nós.
Have fun!
2 de março de 2012
E há seis meses foi assim...
Parabéns a nós!
| Se quiserem ver um pouquinho mais deste dia, sigam o link e vejam a foto-reportagem magnífica feita pela minha amiga Soph... |
[Obrigada querida! Espero que não te importes]
29 de fevereiro de 2012
22 de fevereiro de 2012
O perfume da semana #2
Este é mesmo muito bom! Além disso, lembra-me reencontros (o nosso), gestos de ternura e cumplicidade, uma vontade enorme de mudar o (nosso) mundo e de começar tudo de novo, desta vez com o pé certo.
13 de fevereiro de 2012
Coisas a reter do fim-de-semana
1. A minha Avó paterna é um espectáculo! (a outra também mas à última da hora "cortou-se" e não pude usufruir da sua companhia)
2. As minhas primas gémeas continuam iguais ao que sempre foram (há coisas que nunca mudam e nós continuamos a parecer umas miúdas)
3. Não há como contornar: eu gosto mesmo das coisas boas da vida - passeios ao ar livre, comida típica alentejana, vinho tinto do bom, gargalhadas e disparates em família (não há dinheiro nenhum no mundo que pague isto) - e é por isto que eu nunca hei-de ser magra mas é também por tudo isto que eu nunca serei uma pessoa infeliz.
10 de fevereiro de 2012
Ainda há dias bons, não há?
Ao contrário de todas as expectativas (e após um corte substancial no meu ordenado, que me apanhou de surpresa no início do ano), fui promovida e inclusive (alegria das alegrias) vou ter direito a prémio anual;
Também ao contrário de todas as expectativas, vou finalmente receber um valor que me deviam há séculos e que achei que nunca mais me pagariam (já o tinha dado por perdido, confesso...);
O orçamento que nos apresentaram para a renovação da cozinha encaixa-se mesmo nos valores que estava a precisar de "ler";
E, a cereja em cima do bolo, o mais importante de tudo: vou passar o fds em família (pais, avós, irmã, primas e enteada do meu coração incluídos!) . Vai ser bonito, vai!!!
9 de fevereiro de 2012
Sou só eu que tremo de cada vez que recebo uma carta das Finanças?
Fico sempre a achar que fui "sorteada" para uma qualquer fiscalização aos meus últimos cinco anos de relação com a administração fiscal ou que terei de devolver um reembolso indevido de IRS ou, no limite, que tenho um qualquer processo de contra-ordenação fiscal pendente, a acumular juros a cada minuto que passa.... Juro que demoro minutos a abrir a porcaria da carta com medo do que lá possa vir escrito!
Depois, vai-se a ver e era só um agradecimento por ter aderido ao serviço de notificações electrónicas. Ufa!
O perfume da semana
[desde há uns anos que os perfumes são uma das minhas grandes paixões. Fixam momentos e emoções e os diferentes cheiros trazem-me frequentemente à memória diferentes pessoas, sítios e, sobretudo, sentimentos. Confesso que não sei ao certo quantos tenho mas são umas dezenas.
Este ano tomei uma decisão. Não vou comprar mais perfumes (pelo menos, enquanto não gastar todos os que tenho). E, portanto, irei utilizar um por semana até os meus queridos meninos se "evaporarem". ]
[Este comprei-o em Heatrow, há uns três anos, quando regressava das Maldivas. Como tem um aroma mais forte, decidi guardá-lo até chegar o Outono. Recorda-me o quão ansiosa estava por mais um recomeço. Setembro é, para mim, o mês da mudança, do recomeçar de novo e aproveitar ao máximo as novas oportunidades e é, provavelmente (talvez por isso e por muito mais), o meu mês preferido.]
8 de fevereiro de 2012
Tenho uma alma cigana, só pode
Se eu pudesse e nada me impedisse (o meu trabalho, o mestrado em que, num acto de pura loucura, decidi inscrever-me, o dinheiro que, de momento, não disponho) metia-me(nos) no carro e ia. Simplesmente ia. Não à deriva, claro, porque já tenho um destino mais ou menos traçado. Quero muito conhecer o sul de França (apesar de não ter um especial fascínio pelo povo francês) e visitar Montpellier, Avignon, Marseille, Aix-en-Provence.... Apetecia-me mesmo sossegar por uns dias e refugiar-me em locais belos e tranquilos. E, verdade seja dita, porque também adoro roadtrips. Principalmente a dois.
A palavra que sou
Se eu tivesse de definir-me numa só palavra, seria esta: sonhadora. Sou muitas outras palavras mas esta é, sem dúvida, a que me define desde sempre.
[é por ser assim que às vezes me sinto uma estranha nos lugares mais comuns e perto das pessoas mais chegadas; é também por ser assim que às vezes me sinto diferente e a minha realidade não é igual à dos outros; mas é também por ser assim que sou eu e eu não conseguiria ser de forma diferente...]
7 de fevereiro de 2012
6 de fevereiro de 2012
Let's start again
São várias as vezes ao longo do dia que abro a caixa de mensagens. A vontade de escrever está cá sempre mas acho que ando complexada. Penso sempre que não tenho nada de importante para dizer ou escrever e volta e meia fecho a caixa de mensagens sem a ter preenchido com uma palavra que seja.
Mas hoje não. Hoje tenho mesmo de escrever (este blog também é parte de mim e não quero abandoná-lo mais e continuar a fazer de conta que não existe). É mais ou menos como a minha casa. Também tenho de tratar dela e algum dia terei de limpar o pó e aspirar o chão e mudar a roupa da cama, mesmo que não me apeteça.
A questão é que às vezes é necessário fazer uma pausa. Faz-nos bem. Aqui, como em casa ou em tantas outras coisas, é sempre bom termos um momento em que paramos, repensamos a nossa vida e decidimos o que queremos ser e fazer com ela. E é isso que eu tenho andado a fazer. Tenho andado a organizar a minha vida.
22 de dezembro de 2011
Christmas (and all time) wishes
Ir sempre mais além. Não me contentar com a mediocridade nem com o assim-assim. É (mais) um dos meus desejos para 2012.
21 de dezembro de 2011
a crise chegou aos postais de Natal
Um cliente achou por bem enviar o mesmo postal de Natal (leram bem, o MESMO postal) para mim e para uma colega que trabalha comigo. Acho lindo!
17 de novembro de 2011
É oficial: deprimi
- eu já deixei praticamente de fumar
- deixei de beber café
- comecei a meditar diariamente (e tenho conseguido cumprir, salvo raras excepções)
- levanto-me todos os dias com as galinhas
Posso deduzir, portanto, que força de vontade e espírito de sacrifício não me faltam.
Então por que raio não consigo eu emagrecer, hãn?
[sim, este post vem na sequência do anterior. Fiquei traumatizada]
Em caso de dúvida, por favor, nunca perguntar
"É impressão minha ou está de bebé?"
(What the fuck?#!#?)
15 de novembro de 2011
Eu e o meu puré de castanhas
Ultimamente tenho andado mega entusiasmada com tudo o que diga respeito ao tema culinária, motivo pelo qual tenho passado bastante tempo numa divisão até agora menosprezada lá em casa: a cozinha. E a dedicação tem sido tanta que já a limpei na perfeição e ao pormenor, de alto a baixo. Fiz uma selecção dos equipamentos e utensílios de que realmente gosto e tenho as gavetas e armários preenchidos com coisas que realmente uso e que manifestam alguma utilidade (pelo menos, aparente).
Além disso, compro tudo (bem, quase tudo que eu cá sou uma pessoa selecta e com algum bom gosto) o que sejam livros e revistas de culinária. E cozinho, cozinho imenso. E divirto-me. Sinto-me uma dona de casa cuidada e responsável.
Tenho feito dezenas de experiências e tentativas gastronómicas. Gosto de perder (ganhar) tempo na cozinha, porque realmente me acalma e me faz sentir uma pessoa produtiva e ocupada. Acho até que há uma pequena Martha Stewart dentro de mim, na realidade.
Tenho de confessar, no entanto, que as minhas incursões culinárias nem sempre me correm bem. Ontem foi um desses dias. Fiz um puré de castanhas que mais parecia, digamos, vomitado de cão. Acho que é a imagem que melhor o define. Tinha um aspecto nojento, esbranquiçado e pastoso e o sabor, meu deus, o sabor, era realmente medonho. Tão medonho que nem eu consegui comer. E acho que isto diz tudo.
10 de novembro de 2011
Não deixa de ser curioso...
É precisamente nas alturas em que ando completamente assoberbada de trabalho que a minha vida toda se compõe. Torno-me mais regrada, mais disciplinada, acordo cedo por sistema, organizo o meu dia todo, consigo ir ao ginásio e ainda aproveito as horas de almoço para fazer qualquer coisa de útil. A inércia fica de lado e uma energia boa apodera-se de mim.
E apesar de chegar sempre a casa completamente de rastos, sinto-me bem. É uma sensação de dever cumprido, acho eu. E é bom.
9 de novembro de 2011
3 de novembro de 2011
This is me
As minhas vontades mudam e eu mudo com elas. Toda a minha vida tem sido assim. Ora aqui está uma coisa que não muda.
2 de novembro de 2011
28 de outubro de 2011
26 de outubro de 2011
E porque um azar nunca vem só...
quando fui a casa tomar um banho quente para me recompor, caiu-me a cortina do chuveiro em cima da cabeça.
percebem por que é que eu digo que há coisas que só me acontecem a mim?!?
Estão a ver este dilúvio que se abateu sobre Lisboa, certo? Chove sem parar há coisa de duas horas. E podia ser uma chuvinha miudinha, suavezinha, daquela que até refresca o rosto e sabe bem de tão fresquinha que é mas não, tinha de ser uma puta de uma chuva puxada a vento que já inundou meia cidade e me deixou à beira de um ataque de nervos!
Atentem só no meu azar [ou na minha estupidez, depende do ponto de vista]. Ontem comprei umas sabrinas lindas de morrer e hoje, na minha inocência matinal [de quem ainda só pode estar morta de sono e, portanto, com o raciocínio em off], achei por bem trazê-las para o escritório. Até aqui tudo bem, não fosse o facto de ter saído à rua à hora de almoço e de ter encharcado os pés até aos tornozelos [e o resto do corpo até aos calcanhares]. Juro, não havia uma pontinha de tecido das putas das sabrinas que não estivesse totalmente inundado em água!
Mas ainda há mais...
Atravesso a passadeira da Avenida da Liberdade e vejo uma poça gigantesca que, uma vez mais e na minha doce inocência, decido atravessar, dando um pequeno pulinho. Podia ter sido um gesto cheio de glamour e elegância, que podia, mas NÃO FOI. Foi um erro crasso, um erro muito crasso. O pé direito, ostentando uma puta de uma sabrina toda encharcadinha, resvala na pedra já alisada pelo tempo e aqui a je, tal boneco articulado, tomba sobre toda a sua lateral esquerda caindo direitinha, estateladinha e tudo o mais acabado em inha mesmo, mesmo, mesmo em cima da grandessíssima filha da mãe da poça de água. Foi um momento lindo de se ver, não haja dúvida.
11 de outubro de 2011
a felicidade também se esconde nestes pequenos (grandes) momentos
ir a casa à hora de almoço e aproveitar para dormir uma sestinha. é um luxo.
das coisas boas que temos por cá
no fim-de-semana passado rumámos a Sul. o Sábado foi passado nas magníficas suites alba resort, ora na praia ora na piscina. dia de descanso total. no Domingo, fizemos o check-out bem antes da hora e rumámos a norte pela costa vicentina. fomos à procura de ondas. encontrámo-las numa das praias mais magníficas da costa alentejana e que me enche sempre o coração. de tal maneira, que no próximo fim-de-semana quero ir para lá outra vez.
[já me vejo a dar longos passeios, bem cedo pela manhã, naquele areal gigantesco pintalgado de pequenas pedras escuras, que o sol tinge de dourado, onde as gaivotas saltitam, encantadas pelo mar que me embala à passagem. eu sou sempre tão feliz na costa alentejana]
meditação - a minha saga pessoal
saltei da cama razoavelmente cedo. escovadela rápida nos dentes e dirijo-me à sala iluminada pelos primeiros raios de sol. sento-me de pernas cruzadas. ponho uma almofada debaixo do rabo para ver se fico mais cómoda. fecho os olhos. lembro-me que o melhor será pôr o despertador do tlm para tocar dali a dez minutos (não vá eu adormecer sentada). abro os olhos e programo o despertador. retiro a almofada debaixo do rabo (afinal não é assim tão confortável). recomeço. comichão no pé direito. inspira. expira. concentro-me na respiração (mais ou menos durante três segundos). coço-me. coço-me mais (a comichão é tremenda). inpira. expira. comichão no pé esquerdo. tento abstrair-me. respiro fundo e recomeço pela enésima vez. comichão na nádega esquerda (fico com a marca do tapete de palhilha da sala bem cravada na pele). inspiro. expiro. despertador toca. ok, continuamos amanhã.
10 de outubro de 2011
so true
Follow your heart but be quite for a while first; ask questions, then feel the answer.
Learn to trust your heart.
From Lessons Learned in Life
it's a brand new... lifestile [#1]
A partir de hoje começo um novo desafio: meditar todos os dias, 10 minutos, logo pela manhã.
Quero sentir na pele o bem que me fará à mente.
7 de outubro de 2011
O meu novo chá preferido
2 pedaços de gengibre
Água a ferver
Sumo de meia lima
3/4 colheres de chá de mel
Água a ferver
Sumo de meia lima
3/4 colheres de chá de mel
[num sítio calmo no meio da Natureza e com uma boa companhia - um marido afável ou um bom livro, por exemplo - faz-nos viajar em pensamento e perceber que todos os dias são um bom dia para começar de novo]
A primeira discussão
Estava a estranhar, juro que estava a estranhar. Assim de repente, estalou-se a harmonia que coabitava connosco. Foi como se alguém tivesse pegado no meu melhor conjunto de porcelana e o tivesse atirado ao chão, partindo-o em mil pedacinhos e fazendo voar os estilhaços por todo o lado. Ainda tenho um espetado no coração.
e agora, o que faço? Deixo-o ficar lá para me lembrar da atitude egoísta e das palavras duras, proferidas num tom de voz a que não estou acostumada ou retiro-o lentamente [para não fazer mais mossa] e, com paninhos quentes, vou deixando a ferida fechar e sarar aos poucos?
coisas que acontecem por aqui...
Os móveis cá de casa estão com dores de crescimento. É com cada estalar de madeira durante a noite que até assusta!
6 de outubro de 2011
curiosidades minhas
Quando conduzo, sinto-me uma pessoa muito mais segura e sinto que isso se reflecte na minha maneira de estar, principalmente ao nível da disposição e da forma bem mais alegre e enérgica com que encaro o dia. Decerto que isto terá alguma explicação. Ou então não e é apenas mais uma das coisas que me define.
28 de setembro de 2011
31 de agosto de 2011
Eu pareço mesmo uma miúda
Ando tão feliz que digo a toda a gente que vou casar. Advogados da outra parte, inclusive. É uma animação!!!
30 de agosto de 2011
Weddings' report #10
De todas as tarefas que ainda tenho pela frente, escrever os votos é a que mais me preocupa.
Nunca fui muito boa a expressar os meus sentimentos.
[Muito menos à frente de outras pessoas]
29 de agosto de 2011
26 de agosto de 2011
Mami, estou contente com o que a vida me reservou até aqui. E tinhas razão, não vale a pena pensar muito nisso. O que tiver de acontecer, acontece sempre. Que sera, sera...
When I was just a little girl, I asked my mother what will I be ...
Will I be pretty, will I be rich ...
Here's what she said to me:
Que sera, sera...
Whatever will be, will be...
Weddings report #7
O nervoso miudinho instalou-se e veio para ficar. Na próxima 6.ª feira, por esta hora, já estou casada pelo registo e a preparar-me para a cerimónia que vamos fazer na praia. Eu, vestida de noiva, de braço dado com o meu Pai, a tentar caminhar na areia. Rezo para conseguir andar direita e não torcer um pé. Vai ser bonito, vai.
[p.s. estou ansiosa por ver o olhar do G. à minha chegada. sempre achei este o momento alto de qualquer casamento]
22 de agosto de 2011
Ora vejamos... (weddings' report #6)
Passei o ano todo a tentar emagrecer e não consegui. Na altura em que precisava de manter o peso tal e qual como estava, é que emagreço! Resultado: toca a apertar o vestido de noiva!
21 de agosto de 2011
20 de agosto de 2011
Sábado de Outono com sabor a crumble
Acordámos cedinho e rumámos a Sintra. Adoro esta vila encantada, principalmente em dias cinzentos como o de hoje, com alguma chuva à mistura. É a minha injecção de adrenalina, confesso.
Em virtude dos excessos cometidos ontem, hoje tive comigo um noivo debilitado (if you know what I mean...) e, portanto, o passeio foi só de carro. Subimos e descemos a serra, explorámos becos e pequenas ruas (verdadeiros labirintos) até agora desconhecidos. Fiquei rendida, uma vez mais, a toda aquela beleza e inebriada com o perfume de Sintra, sempre tão característico. Confesso que fiquei também com uma pontinha de inveja dos proprietários daquelas quintas magníficas, tão isoladas e um tanto ou quanto sombrias.
No caminho de regresso a casa, comecei logo a magicar. Quando me sinto inspirada, a minha mente "anda a mil à hora". Queria cozinhar algo que descrevesse o que senti hoje e um crumble de pêra iria transmitir na perfeição o que eu pretendia. Deixo-vos aqui a receita. Só tenho pena de não conseguir transpor igualmente o cheiro que neste momento inunda a minha casa. Bom apetite!
Crumble de pêra (para 8 a 10 pessoas
| 6 pêras; 80 gr. de manteiga; 200 gr. de farinha de trigo; 80 gr. de açúcar mascavado; canela a gosto | |||||||||||||||||
| Descascam-se, retiram-se os caroços e cortam-se as pêras em gomos finos; num pirex, coloca-se metade das pêras em formato de leques. Polvilha-se esta camada com a canela e um pouco do açúcar, previamente misturados. Coloca-se outra camada sobre a anterior. | |||||||||||||||||
Misturam-se os restantes ingredientes numa taça, esfarelando-os com os dedos, até obter uma espécie de "farofa"; de seguida vai ao forno pré-aquecido a 180.ºC por cerca de 40 minutos (ou até que a superfície esteja dourada e crocante). Depois é só servir! Eu acompanhei esta delícia (ainda quente, como se impõe) com o novíssimo Icecream Smoothie, cranberry and summer berries da Haagen Dazs e decorei com groselhas e mirtilos frescos.
Uma sobremesa deliciosa e aconchegante para estes dias de Outono antecipado...
Receita adaptada daqui.
Noites de sexta-feira
As noites de sexta-feira são as minhas preferidas. Desde os tempos da faculdade e cada vez mais. É o início do fim-de-semana, o acalmar da mente, a sensação de paz e leveza ao fim de uns dias de trabalho. O plano é quase sempre o mesmo. Jantamos sempre fora à sexta, normalmente com os meus pais e já na Ericeira (home sweet home). O engraçado é que nunca se sabe como a noite vai acabar. Ontem, por exemplo, acabou com o meu pai a vir pôr-me a casa às duas da manhã e a minha mãe e o G. a irem de braço dado para o Ouriço...
Olá, o meu nome é Joana
Este blog é tanto de mim e, ao mesmo tempo, tão pouco. E digo isto porque tudo o que aqui escrevo, salvo raras excepções (que mais não são do que laivos momentâneos de espontaneidade), é pensado, ponderado e corrigido à exaustão, com um detalhe mesquinho e quase obsessivo. Textos revistos vezes sem conta, palavras substituídas aqui e ali, um ponto aqui, uma virgula acolá, ora apaga ora volta a escrever. É também certo que nada do que aqui escrevo se afasta da verdade dos meus dias mas, por outro lado, há tantas outras coisas que gostaria de aqui eternizar e que nunca chegaram a ser reveladas. Por medo (de ser criticada), por vergonha, até por insegurança. Sempre a insegurança... A maior parte delas não passam de infantilidades e pensamentos dispersos, muitos deles sem qualquer lógica ou fio condutor. Mas não deixam de fazer parte de mim e eu sou assim. Esta sou eu e ponto final e a partir de agora assumo-o. E eu sei que a vergonha em demasia e o medo de ser criticada não poderão continuar a comandar-me e a oprimir-me.
Depois há alturas, como esta, em que me pergunto: "de que me serve ter um registo desta minha passagem se continuo a guardar tudo para mim, se um dia me vou esquecer por não ter deixado um registo (sendo que esse foi precisamente o propósito deste blog)?" E os receios que tenho em relação a este assunto em particular são precisamente os mesmos que tenho no meu dia-a-dia. O não falar, o não demonstrar dor, sofrimento o não dar "parte fraca", o guardar tudo para mim...
Sei que tudo isto faz de mim uma pessoa tão menos espontânea quanto mais aborrecida, na exacta proporção. E eu não quero ser uma pessoa enfadonha, zangada ou reprimida. Ainda para mais, por mim mesma. A única coisa que eu quero mesmo é ser feliz, ser EU, tal e qual como sou. Eu quero ser o espelho de mim mesma. E é por isso que a partir de hoje, viro uma nova página na minha vida. Na real e na virtual.
Olá, o meu nome é Joana.
18 de agosto de 2011
12 de agosto de 2011
Há coisas que todas as pessoas deveriam experimentar uma vez na vida
O flutuário é uma delas. As mãos do Filipe são outra.
10 de agosto de 2011
5 de agosto de 2011
Ericeira, o sítio onde o Inverno passa o Verão
Ontem saí de Lisboa em Agosto e cheguei à Ericeira em Novembro.
4 de agosto de 2011
Bali
"The mere mention of 'Bali' evokes thoughts of a paradise. It´s more than a place; it´s a mood, an aspiration, a tropical state of mind."
Ryan Ver Berkmoes,
Lonely Planet writer
[falta precisamente um mês]
Fotos daqui: http://www.phuket-photos.com/
3 de agosto de 2011
Weddings' report #4 - as alianças
Depois de muita indecisão, estão finalmente escolhidas e encomendadas. Não aconselho nenhuma noiva a deixar este assunto por resolver até tão perto da data do acontecimento. Sujeitam-se a ficar uma pilha de nervos. Além disso, e no meu caso, a tendência natural que tenho para a indecisão intensificou-se ainda mais. Em larga escala, diria mesmo.
As alianças acabam por ser a única coisa tradicional no nosso casamento. São de ouro rosa, redondas e amendoadas por dentro. São super confortáveis mas confesso que nem eu nem o G. nos habituámos ainda muito bem à ideia de ostentarmos uma anilha dourada no anelar.
Ainda pensámos noutras alternativas, como ouro branco ou até prata. Vimos umas lindíssimas em prata e cerâmica preta mas também não era bem aquilo. No fundo, no fundo, quanto a este aspecto, nenhum de nós sabia muito bem o que queria...
A ver vamos se daqui a uns tempos olhamos para elas de maneira diferente. Certo é que a inscrição por que optámos, no interior das alianças, diz muito de nós e só por isso vai valer a pena ostentar aquela pecinha simbólica...
29 de julho de 2011
Hoje rumo ao Sul
Eu e duas grandes amigas que comigo partilham, além de tantas outras coisas, o nome. Vai ser um fim-de-semana só de miúdas a recordar os bons velhos tempos da faculdade.
Estou em pulgas. Sinto-me uma teenager, como há muito não me sentia. A mala está pronta e nós estamos em modo... histéricas. Vai ser bonito, vai.
20 de julho de 2011
And in the end the love you take is equal to the love you make
It's so fucking true.
[este excerto de uma música dos Beatles encontra-se escarrapachado na entrada do Hard Rock Café em Kuta, Bali. Nunca mais me saiu da cabeça. Lembro-me tantas vezes desta frase. Por vários motivos mas, principalmente, pela verdade que nela impera.]
Foto de Miss Strawberry.
19 de julho de 2011
Weddings' report #3
Hoje foi dia de ir tirar medidas para o vestido de Bali. Ao contrário do que esperava, pediram-me que o voltasse a vestir. E eu senti-me uma princesinha. É que o vestido é mesmo lindo, caramba! Assenta que nem uma luva e faz-me uma cinturinha tão perfeita. Devia ser permitido andar de vestido de noiva todos os dias. Ah! e a Joana Montez é uma querida. Mesmo. Deixa qualquer noiva feliz.
[depois do grande dia, coloco aqui a foto só para verem como o vestido é mesmo lindo.]
Foto daqui.
18 de julho de 2011
É muito triste quando nos morre alguém
É nessas alturas que a vida se encarrega de nos mostrar quão frágeis somos. Que um dia tudo perece e que não podemos dar nada por garantido. Ficam-nos as memórias, os momentos bem passados, os sorrisos e as estórias mas, infelizmente, não podemos andar de mão dada com uma recordação nem tão pouco abraçar-nos às memórias, não é? Escorregam-nos por entre os dedos, as malandras.
Morre-nos um pedaço e ficamos com a alma amachucada, um pedaço de papel velho e seco onde não queremos voltar a escrever. Alguém nos deu um murro no estômago e nem sequer conseguimos ver quem foi. Não há como o denunciar, tal foi a velocidade do golpe... Eu sei que não estavas à espera. Ninguém o esperava, sabes?
Murmuraste-me ao ouvido quando te abracei "parece que estou a sonhar". Eu acredito que permaneças nesse estado por mais uns dias. E vai doer, acredita. Vai doer muito. Tenho um conselho para ti: chora, se tiveres necessidade. Chora tudo o que tiveres a chorar.
Dizem que o tempo tudo cura. Eu acho que apenas amaina. Amaina a dor forte que agora sentes no peito mas não a cura. Não totalmente. Não de uma vez só. Há uma mágoa que fica para sempre. Um desconforto que vai teimar em não ir embora. Há um beijo na testa que nunca mais vai ser dado, um amo-te que não volta a ser repetido. Mas tu és forte. Eu sei que és. E é por isso que apenas te peço: apoia-te em todas as coisas boas, faz delas o teu porto de abrigo, o teu porto seguro. Arranja um lugar no teu coração onde consigas ir buscar todo o conforto de que necessitas. Para que acalmes a dor. Para que o desespero não te tome de assalto. Para que, pelo menos, voltes a sorrir. E eu cá estarei para te ver sorrir... e limpar as lágrimas, se for caso disso.
[Para a R.]
15 de julho de 2011
14 de julho de 2011
As 30 coisas que eu quero fazer aos trinta
1. Acordar cedo, sempre. Aproveitar ao máximo cada dia. 8 horas a dormir, 8 a trabalhar, 8 de lazer. Uma vez por outra, ver o nascer do sol.
2. Fazer exercício diariamente, nem que seja uma caminhada de meia-hora.
3. Perder os 11 a 15 kg que tenho a mais e não os recuperar. Nunca.
4. Dar importância apenas ao que tem importância. Deixar-me de mesquinhices, fofocas, intrigas e patetices. Afinal de contas, já sou crescidinha.
5. Tirar um curso de fotografia.
6. Casar-me. Duas vezes [com a mesma pessoa].
7. Ler, pelo menos, um livro por mês.
8. Regressar ao yoga.
9. Ser mais saudável.
10. Ir à Feira da Ladra. Nunca fui e gostava muito de ir.
11. Despojar-me. Ver-me livre de todas as roupas, tralhas, coisas e afins que já não uso nem vou voltar a usar, que já não me servem nem vão voltar a servir, que já não fazem sentido. Por muito que goste delas...
12. Fazer mais voluntariado e dedicar-me a uma causa de corpo e alma.
13. Ser mais organizada.
14. Aprender (finalmente) a fazer surf.
15. Dedicar-me mais à cozinha. Acho que são influências do masterchef mas ultimamente tem-me apetecido tanto experimentar coisas novas e tenho dado por mim a comprar livros de cozinha, novas comidas e utensílios (alguns, confesso, nem sabia que existiam...)
16. Praticar uma arte marcial.
17. Aprender a dançar. Ter aulas, mesmo.
18. Não voltar a fumar.
19. Ser menos agressiva e irritadiça, mais tolerante e paciente (aqui tenho um loooooongo caminho a percorrer).
20. Cuidar do meu próprio jardim e da minha hortinha.
21. Optar por um novo regime alimentar.
22. Cuidar mais do meu corpo e dar uso às dezenas de cremes espalhados lá por casa.
23. Conhecer um sítio novo todos os meses.
24. Fazer uma coisa pela primeira vez. Várias vezes.
25. Dormir uma noite na praia. Acampar. É triste mas eu nunca acampei. Pelo menos que me lembre.
26. Ir numa viagem sem destino. Simplesmente, pegar no carro e ir.
27. Dizer mais vezes às pessoas de quem gosto que gosto mesmo delas. Nunca se sabe quando deixarei de o poder fazer e há coisas que não podem ficar sem ser ditas.
28. Ser mais descontraída.
29. Explorar mais a Natureza. Fazer grandes caminhadas e aproveitar os recantos maravilhosos das praias, montanhas, vales e serras do nosso país.
30. Ser feliz. Ser eu.
2. Fazer exercício diariamente, nem que seja uma caminhada de meia-hora.
3. Perder os 11 a 15 kg que tenho a mais e não os recuperar. Nunca.
4. Dar importância apenas ao que tem importância. Deixar-me de mesquinhices, fofocas, intrigas e patetices. Afinal de contas, já sou crescidinha.
5. Tirar um curso de fotografia.
6. Casar-me. Duas vezes [com a mesma pessoa].
7. Ler, pelo menos, um livro por mês.
8. Regressar ao yoga.
9. Ser mais saudável.
10. Ir à Feira da Ladra. Nunca fui e gostava muito de ir.
11. Despojar-me. Ver-me livre de todas as roupas, tralhas, coisas e afins que já não uso nem vou voltar a usar, que já não me servem nem vão voltar a servir, que já não fazem sentido. Por muito que goste delas...
12. Fazer mais voluntariado e dedicar-me a uma causa de corpo e alma.
13. Ser mais organizada.
14. Aprender (finalmente) a fazer surf.
15. Dedicar-me mais à cozinha. Acho que são influências do masterchef mas ultimamente tem-me apetecido tanto experimentar coisas novas e tenho dado por mim a comprar livros de cozinha, novas comidas e utensílios (alguns, confesso, nem sabia que existiam...)
16. Praticar uma arte marcial.
17. Aprender a dançar. Ter aulas, mesmo.
18. Não voltar a fumar.
19. Ser menos agressiva e irritadiça, mais tolerante e paciente (aqui tenho um loooooongo caminho a percorrer).
20. Cuidar do meu próprio jardim e da minha hortinha.
21. Optar por um novo regime alimentar.
22. Cuidar mais do meu corpo e dar uso às dezenas de cremes espalhados lá por casa.
23. Conhecer um sítio novo todos os meses.
24. Fazer uma coisa pela primeira vez. Várias vezes.
25. Dormir uma noite na praia. Acampar. É triste mas eu nunca acampei. Pelo menos que me lembre.
26. Ir numa viagem sem destino. Simplesmente, pegar no carro e ir.
27. Dizer mais vezes às pessoas de quem gosto que gosto mesmo delas. Nunca se sabe quando deixarei de o poder fazer e há coisas que não podem ficar sem ser ditas.
28. Ser mais descontraída.
29. Explorar mais a Natureza. Fazer grandes caminhadas e aproveitar os recantos maravilhosos das praias, montanhas, vales e serras do nosso país.
30. Ser feliz. Ser eu.
Weddings' report #2
Faltam CINQUENTA dias para o primeiro dos grandes dias e ainda há tanto por preparar. Provavelmente, esta seria a altura em que eu já deveria estar com os cabelos em pé mas, estranhamente, até ando bastante calma.
No próximo fim-de-semana vamos temos de enviar os convites (por pouco, não os enviávamos na véspera do casamento...). Vão ser muito simples e serão enviados por e-mail. Aliás, o convite é o e-mail e o e-mail é o convite. Nada mais prático. Além do mais, os (poucos) convidados já sabem que o vão ser.
Conto também encomendar as alianças. A ideia é pedir a um amigo nosso para as fazer (o mesmo que criou o meu anel de noivado) mas ainda ando hesitante. Assunto a resolver sem falta no próximo fim-de-semana. Também já sabemos o que vamos gravar nas alianças e eu mal posso esperar por ter a minha no dedo...
A decoração da festa já está empacotada à espera de ver a luz do dia e vai ser em tons de azul e branco, relacionada com o mar, a praia, o surf e o espírito descontraído do verão e, assim o espero, do nosso casamento.
As músicas já estão quase todas seleccionadas e dizem-nos tanto (e tanto de nós). São músicas que temos vindo a coleccionar ao longo dos anos e que nos marcaram em momentos muito especiais. Nem todos eles bons, é certo, mas esses também fazem parte daquilo que somos hoje.
Falta encomendar o bolo e as flores. O noivo e a menina das alianças já têm o que vestir, graças a Deus, e eu para lá caminho. Só me faltam as havaianas. A madrinha está escolhida e, como não podia deixar de ser, é uma amiga do coração. Cabe-lhe a tarefa ingrata de conduzir a cerimónia mas acho que não se vai sair nada mal...
Um dos nossos amigos vai ser o dj de serviço e o dono do nosso bar de eleição vai estar lá em exclusivo a servir-nos as melhores morangoskas da Ericeira. Sem exagero. O menú está escolhido, vai ser um churrasco. Os guardanapos vão ser de papel. Quero dedos lambuzados e caras felizes.
E eu não podia estar mais feliz. O nosso casamento vai ser a nossa cara.
Foto daqui.
13 de julho de 2011
12 de julho de 2011
Eu já fui tão feliz no Vietnam
Há um ano atrás estava prestes a embarcar numa das melhores viagens de sempre. Fomos um mês para o Vietnam. Nós e as nossas mochilas. Sem nada marcado, como gostamos. Percorremos o país de uma ponta à outra. Foram quilómetros e quilómetros a pé, de riquexó, de moto, táxi, autocarro, comboio, barco e avião. Foi uma viagem de descoberta. De um país, de um povo, de uma cultura, de mim e de nós. E eu tenho tantas mas tantas saudades do Vietnam. Ia já hoje outra vez.
Foto G.
8 de julho de 2011
6 de julho de 2011
Cheguei aos 30. E agora?
Ando há dias a tentar terminar a lista das trinta coisas que quero fazer aos trinta. em jeito de celebração da vida, uma por cada ano de existência.
Ao contrário do que possam pensar, não é por me apoquentar ter trinta anos. Para mim, a idade não passa de um número e, lugar comum ou não, o que me interessa mesmo é o espírito e esse, para ser sincera, acho que parou na casa dos 19 anos e não mais dali saiu (a bem da verdade, tem dias mas são a excepção e não a regra).
O querer elaborar esta lista e levar a cabo o que nela consta tem mais a ver com a imagem que eu criei à volta dos meus trinta anos. Para dizer a verdade, quando era nova achava que aos trinta já seria casada, mãe de dois ou três filhos, teria uma casa construída por mim (salvo seja) na aldeia onde vivi em pequena e seria uma pessoa extremamente realizada a nível pessoal e profissional.
Pois bem, os anos passaram. Ainda não casei nem sou mãe e também não tenho uma casa construída por mim. Nada que eu lamente, atenção. Tudo a seu tempo. Considero-me uma pessoa realizada quer a nível pessoal quer a nível profissional mas podia ser muito mais. Tão mais. E é aí que a lista entra. Tenho perfeita noção que "the time is now". Os anos passam e eu não posso continuar a projectar no ar o meu futuro. Tenho de o fazer agora. Decidi que os meus trinta anos têm de ser especiais. Vou fazer deles o meu ponto de viragem para, quando for velhinha, poder dizer: "foi aos trinta que me concretizei, descobri e investi em mim. foi aos trinta que realizei que não havia mais tempo a perder e que o futuro é agora".
Quando terminar a lista, publico-a aqui. Depois, falamos daqui a um ano...
my new best friends
Fruta, muita fruta, sementes de cânhamo, abóbora, girassol, sésamo, linhaça, clorela, spirulina e o psílio, o meu querido psílio.
It's party time!
[a ideia é curar-me dos excessos dos últimos tempos - férias, almoços, jantaradas, um casamento pelo meio - mas quem sabe esta não será uma amizade que veio para ficar?...]
28 de junho de 2011
8 de junho de 2011
Até já
Vou só ali uns diazinhos à Sardenha e já volto.
[Quando regressar, não venho sozinha. Nem tão leve. Abençoados 30.]
The tree of life
Terrence, sweety, tu estás malick dos cornos? Mas o que é que te passou pela cabecinha para fazeres um filme destes?!? Ah, já sei. Decidiste brindar o júri de Cannes com uma obra-prima que não fossem capazes de criticar. Nem compreender... E vai daí que sim senhor, é um dos melhores filmes dos últimos tempos, que ninguém poderá deixar de ver ou ficar indiferente. Publicidade feita, distribuição assegurada, público aos magotes.
Como te achas intelectualmente superior, um guardião dos independent movies, único no seu género, decides fazer um filme imperceptível para o comum dos mortais. Assim ninguém te julga, com receio de ser apelidado de estúpido, por ser um filme de sua santidade, o famigerado Terrence Malick. "Ai, ele é um génio, fez um filme brutal, uma verdadeira obra-prima da meca do cinema. E a fotografia? Repararam bem naquelas imagens?"
É bem, é bem, estamos sempre a aprender. Só tenho mais uma coisinha para te dizer: give me back my money!
3 de junho de 2011
Este é o meu mês
Junho trouxe-me ao mundo, num dos dias mais quentes de sempre, há quase 30 anos. Eu própria quase não acredito mas a verdade é que vou fazer 30 anos. 30 anos.
Alguém me explica como é que ainda ontem tinha 19 e agora já vou a caminho dos 30?!?
2 de junho de 2011
1 de junho de 2011
Everybody has a ghost
Um dia vou descobrir por que motivo é tão difícil ser por fora quem sou, quem quero e quem imagino ser por dentro. Em todos os aspectos.
31 de maio de 2011
Recuso-me a alimentar boatos
Infundados ou não, cada um sabe de si. Alimentá-los é um desperdício de tempo e não nos traz felicidade alguma. Nem a nós nem a ninguém, julgo eu. Pelo menos, é nisso que quero acreditar.
26 de maio de 2011
20 de maio de 2011
Weddings' report #1
Organizar um casamento não é fácil. Organizar dois, muito menos. Ainda assim, e depois de ultrapassadas todas as chatices e desavenças iniciais, é uma fase muito gira. Quando todos os pormenores e detalhes são organizados e pensados a dois, ainda mais.
Ainda são milhares as coisas por tratar, não obstante já termos dado andamento a tantas outras.
Para o casamento de Bali, está tudo muito bem encaminhado. Já temos o local [ fabuloso, por sinal] e as coisas ainda por definir assentam apenas na escolha do bolo e do menu para o jantar. O vestido da noiva e da princesinha das alianças [ou menina das ambulâncias, como ela se intitula] já estão tratados, as sandálias também. Faltam os acessórios e o fato do noivo.
As viagens estão marcadas, as consultas do viajante e a estadia também. Vamos ficar todos juntos numa villa magnífica. Falta apenas definir os roteiros, quer das férias conjuntas quer da lua-de-mel.
Quanto ao casamento de cá, as ideias estão definidas mas ainda a pairar um pouco nas nossas cabecinhas. É deixá-las assentar e rezar para que tudo corra bem. Para já, ainda só temos definidos os locais da cerimónia e da festa e a fotógrafa, que é uma querida. A cerimónia vai ser na praia, a festa em casa dos meus pais. Também já marcámos data e hora na Conservatória. Vamos só os três.
Vão ser casamentos pequenos mas cheios de momentos grandes. Assim o esperamos.
12 de maio de 2011
Dos hábitos saudáveis que adquiri nos últimos tempos
- deitar e levantar cedo
- deixar de fumar
- começar a correr
- beber muita água e chá durante o dia
- privilegiar o consumo de frutas e legumes
- reduzir o consumo de álcool
- deixar de beber café
- ler muito, todos os dias
- voltar a praticar yoga
Dos hábitos assim não tão saudáveis que ainda mantenho
- atacar a máquina de vending do escritório quando me dá a fome [e não, a máquina não tem coisas saudáveis...]
- comer uma sobremesa ao almoço praticamente dia sim, dia sim
- roer as unhas [é uma desgraça, não consigo largar este vício...]
- hidratos de carbono ao jantar; não resisto, dá-me a fome
[faltam aqui imensos, como devem calcular, mas, ao que parece, a minha mente agora tem um dispositivo que bloqueia as coisas más e , quanto a isso, não posso fazer nada. A minha mente é que manda.]
- deixar de fumar
- começar a correr
- beber muita água e chá durante o dia
- privilegiar o consumo de frutas e legumes
- reduzir o consumo de álcool
- deixar de beber café
- ler muito, todos os dias
- voltar a praticar yoga
Dos hábitos assim não tão saudáveis que ainda mantenho
- atacar a máquina de vending do escritório quando me dá a fome [e não, a máquina não tem coisas saudáveis...]
- comer uma sobremesa ao almoço praticamente dia sim, dia sim
- roer as unhas [é uma desgraça, não consigo largar este vício...]
- hidratos de carbono ao jantar; não resisto, dá-me a fome
[faltam aqui imensos, como devem calcular, mas, ao que parece, a minha mente agora tem um dispositivo que bloqueia as coisas más e , quanto a isso, não posso fazer nada. A minha mente é que manda.]
11 de maio de 2011
9 de maio de 2011
A arte de visualizar
Andava às voltas, desde o início da semana passada, com um parecer importante para enviar a um cliente. A coisa não estava, definitivamente, a correr da maneira que eu queria. Acabei por estruturá-lo de uma forma que não a pretendida e enviei-o, muito a medo, para revisão do chefe. Não me sentia bem com o resultado final do meu trabalho, estava completamente insegura em relação ao mesmo. Obviamente, pediu-me para refazer o dito cujo com algumas críticas à mistura.
Se vos disser que durante o fim-de-semana não pensei em praticamente mais nada, não estou a mentir. Preocupa-me quando não consigo fazer bem as coisas. Talvez seja demasiado exigente comigo mesma mas a verdade é que, por princípio, não me contento com nada abaixo da excelência. Até que ontem, antes de adormecer e à custa de tanto pensar no assunto, visualizei o resultado final do famigerado parecer. Visualizei-o precisamente da forma que gostaria que tivesse tomado logo da primeira vez. Hoje, felizmente, foi só chegar ao escritório e pôr no papel todas as ideias que iam na minha mente.
E agora pergunto-me: será que a arte da visualização resulta mesmo ou foi apenas sorte de principiante? É que se resultar mesmo, a minha vida acabou de se tornar mais fácil.
6 de maio de 2011
4 de maio de 2011
Era tão isto
http://www.youtube.com/watch?v=oRdbvGgPPiw
O estilo de vida, a simplicidade, o surf e os amigos, a liberdade, o mar e uma vida errante, o sol, o ar puro, a tranquilidade e a música. Sempre a música. Na alma, nos gestos e nos sentimentos.
Às vezes sinto-me um pássaro ferido com uma asa partida. Aprisionada mas ansiando sempre pelo dia em que voltarei a voar.
[excelente realização de Taylor Steel - anúncio da Corona Australia.
Música fantástica: Years around the sun, "miles away"]
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