4 de novembro de 2013

Vitória's Baby Shower










Fotos de Miss Strawberry
 
 
Parabéns S.. Foi lindo! Que a Baby V. seja a bebé mais feliz do mundo!

2 de novembro de 2013

Sweet November

Novembro é um dos meus meses de eleição. Os dias ficam mais frios (adoro a sensação do frio a bater-me na cara quando saio do escritório), amanhece bem mais cedo (o que é óptimo, porque já não vou para o yoga quando ainda está noite cerrada), o sol brilha de uma forma diferente, a Ericeira fica ainda mais bonita (e Lisboa também) e eu sou, basicamente, uma pessoa mais feliz nos dias cinzentos.
 
E este Novembro não podia ter começado da melhor forma. Um final de dia fantástico esperava-me ontem à chegada à Ericeira. Estava perfeito para fotografar! Dias assim inspiram-me. Tanto que, de volta a casa, a única coisa que me apetecia fazer era cozinhar! Aproveitei para dar um destino aos marmelos que me ofereceram e fiz uma marmelada deliciosa. De seguida, um telefonema inesperado a combinar uma noite entre amigos em nossa casa foi o mote perfeito para fazer aquele bolo simples e saudável deste maravilhoso livro (em breve, deixo-vos aqui a receita), que há muito queria experimentar. Ficou delicioso.
 
Hoje, comecei o dia com uma corrida de 5km (já começa a fazer parte das rotinas do fim-de-semana) e depois de organizarmos as coisas cá por casa, seguiu-se um almoço prolongado com os  melhores amigos num dos meus restaurantes preferidos. À tarde, a inevitável ida às lojas de sempre, sem deixar de passar pela Tia Lau e pela Loja da Amélia (eu juro que podia viver aqui!).
 
Amanhã rumamos a Lisboa ao final da manhã e antecipamos as grandes mudanças que aí vêm. Novembro, por favor, be gentle with us
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fotos de Miss Strawberry

1 de novembro de 2013

O melhor chutney do mundo

A semana passada não podia ter terminado da melhor forma. Depois de dois meses de espera, eis que finalmente chegou o The Kinfolk Table às minhas mãos. Devorei-o de uma ponta à outra e comecei logo a magicar o que iria cozinhar no fim-de-semana.

No Domingo, tivemos almoço de família e nada melhor do que testar logo não uma mas duas receitas. Foi um sucesso!
 
Sir Isaac's Folly (Spiced Apple Chutney)
Receita de Suzanne Fuoco
 
Ingredientes
240 ml de apple cider vinegar
6 maçãs descascadas e cortadas em pedaços (utilizei 5 maçãs do meu cabaz Prove e um pêro vermelho)
455 gr de açúcar amarelo
1 cebola, finamente picada
142 gr de arandos ou passas douradas (utilizei uma mistura de ambas)
60 gr de gengibre fresco, sem pele e ralado
3 dentes de alho picados
1 colher de sopa de sementes de mostarda pretas
2 colheres de chá de caril em pó
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de allspice (como não tinha, utilizei uma mistura de canela, pimenta preta, paprika e noz moscada)
 
Preparação
Colocar o vinagre, as maçãs, o açúcar, a cebola, os arandos e as passas, o gengibre e o alho num panela e levar a lume médio até ferver, mexendo constantemente. Reduzir o lume e cozinhar durante 30 a 35 minutos ou até as maçãs amolecerem, mexendo ocasionalmente.
 
Adicionar as sementes de mostarda, o caril, sal e a mistura de especiarias e cozinhar mais 15 minutos, mexendo de vez em quando.
 
Et voilá! Está pronto o melhor chutney do mundo!

Esta quantidade dá para cerca de 700 ml de chutney, que poderá posteriormente ser utilizado para uma marinada (em breve a receita do lombo de porco no forno em marinada de chutney) ou simplesmente para comer com tostinhas ou acompanhar qualquer prato de carne.
 
Pessoalmente, acho que dá um excelente presente de Natal para a família e amigos mais chegados. Afinal de contas, é um pouco de nós que está também naquele frasquinho (salvo seja!).
 





 
 
 
Fotos de Miss Strawberry

30 de outubro de 2013

Trifle de bolo de chocolate com doce de baunilha e frutos do bosque

No fim-de-semana passado, tivemos um jantar com umas amigas minhas da faculdade com quem já não estávamos há uns meses. Ao perguntar o que queriam que levasse, a resposta rapidamente se fez anunciar: “se nos quiseres presentear com uma das tuas maravilhosas sobremesas...
 
É certo que o elogio caiu bem mas, por outro lado, colocou-me um peso enorme nos ombros e pôs-me a matutar, durante alguns dias, numa sobremesa que fosse deliciosa o suficiente e que, mais importante, agradasse a todos. Optei por um trifle de bolo de chocolate com sobremesa de baunilha e frutos do bosque, inspirada nesta receita da Diana. Acho que ficou aprovado!
 
[C e X, foi tão bom estar convosco! Já tinha saudades da vossa alegria e boa disposição e das nossas conversas. A vossa companhia sabe-me tão bem! Às vezes gostava que o tempo voltasse atrás só para podermos passar os dias juntas!]
 
Ingredientes:
 - bolo de chocolate (ou outro bolo da vossa preferência)
 - sobremesas de baunilha (eu utilizei estas da Provamel)
 - 375 gr. a 500 gr. de frutos do bosque (amoras, mirtilos e framboesas)
 - 3 pacotes de natas
 - sumo de meio limão
 - 1 c. de chá de extracto de baunilha
 - 2 c. de sopa de açúcar em pó
 - chocolate preto 70% cacau
 
Preparação:
Num pyrex (ou numa taça de vidro transparente) colocar em camadas os ingredientes: primeiro o bolo, depois a sobremesa de baunilha espalhada uniformemente por cima do bolo e, de seguida, os frutos vermelhos (eu fiz ao contrário e coloquei os frutos logo por cima do bolo mas percebi que resulta melhor se intermediarmos com a sobremesa de baunilha...). Bater as natas com o sumo de limão, o extracto de baunilha e o açúcar em pó e colocar por cima dos frutos. Por último, decorar com lascas de chocolate preto.
Bon appétit!

[No dia seguinte, e como ainda tinha bolo de chocolate, fiz novamente esta sobremesa para um almoço de família. Optei por substituir a sobremesa de baunilha por uma da mesma marca mas de caramelo. Acho que ficou ainda melhor!]




 
 
Fotos de Miss Strawberry

29 de outubro de 2013

Começa em ti as mudanças que queres ver no mundo



A minha vida mudou substancialmente nos últimos dois anos. Aliás, eu mudei substancialmente. Percebi, entre outras coisas, que um dia inteiro passado no escritório, sem ter tempo para mais nada, não é vida para ninguém. Que não é normal passar um dia inteiro a trabalhar, comer qualquer coisa em frente ao computador e chegar a casa e só desejar a minha cama. Percebi que há outras coisas bem mais importantes, tão importantes como o ar que respiramos. Larguei velhos e maus hábitos. Adquiri outros bons e saudáveis. Reorganizei-me, reprogramei-me, comecei de novo. Fiz um reboot na minha vida. Mentiria se dissesse que o facto de ter chegado aos 30 não teve influência nesta mudança, porque teve. E muita. Algures numa praia deserta na Sardenha, no único momento em que estive sozinha nesse dia, apercebi-me que queria mais. Que queria muito mais. Mais tempo, mais sorrisos, mais amor, mais energia, mais evolução. E apercebi-me, ao mesmo tempo, que queria menos também. Muito menos. Menos bens materiais, menos preocupações, menos compromissos, menos pessoas tóxicas na minha vida, menos constrangimentos e dilemas.

Pelo caminho, larguei o café, as pastilhas elásticas e os refrigerantes. Rendi-me aos vegetais, frutas e legumes. Os sumos verdes ao pequeno-almoço são agora os meus melhores amigos! Passei a acordar mais cedo e a sentir os benefícios do yoga e da meditação logo pela manhã. Dei os primeiros passos na corrida (bem lentos no início) e já não passo sem ela, pelo menos, duas vezes por semana. Desfiz-me de tralhas e de coisas que já não usava. Que ocupavam mais espaço mental que físico. Tenho uma casa minimalista, com o essencial, livrei-me do excesso e das coisas supérfluas e sem significado. Não tenho candeeiros nem cortinados mas sou feliz. A família e os amigos dão-me a luz necessária e protegem-me dos olhares curiosos. São o meu núcleo vital e o pilar essencial para que eu não tombe para o lado. Reinventei-me e investi na minha formação, não só profissional mas, essencialmente, pessoal. Fiz vários workshops e cursos nas mais diversas áreas, li (e ainda leio) muito e (quase) todos os dias e tenho mil e um projectos para o futuro. Sinto-me viva, sinto-me abençoada e, principalmente, muito grata por todas as oportunidades que a vida me tem dado. Investi em mim e nos meus. Parei para pensar, comecei a agir.

Sei que não cheguei ao destino e que ainda tenho um longo caminho a percorrer mas também não me importo. Estou a adorar a viagem!

3 de outubro de 2013

museu da marioneta

No sábado de manhã, a princesa lá de casa teve uma festa de anos no museu da marioneta, em Santos. Desde já confesso a minha ignorância e admito que desconhecia quer a existência do próprio museu quer o facto de lá se realizarem festas de aniversário. No entanto, fiquei deslumbrada com estes dois factos!

O museu está instalado num convento antigo, o Convento das Bernardas, que, neste momento, se encontra a ser reabilitado. Tem uns claustros interiores lindíssimos, onde dá vontade de ficar a apanhar solinho e a contemplar o céu ou a vida de quem por lá habita. Julgo que brevemente reabrirá o café/restaurante do museu, o que tornará a visita ainda mais agradável.
 
Quanto ao museu em si, confesso que foi uma óptima surpresa. As marionetas, na sua grande maioria, provenientes de colecções privadas são simplesmente magníficas e fizeram-me viajar por sítios lindos que já tive oportunidade de visitar, como Singapura, Bali e o Vietname. E, de certa forma, estes pequenos artefactos fizeram-me matar saudades da magnífica cultura e modo de vida asiáticos. Mas também me fizeram descobrir um bocadinho mais sobre o nosso passado, a nossa própria cultura e deram-me a oportunidade de absorver histórias lindíssimas de quem dedicou a sua vida aos espectáculos de marionetas (mundo bem interessante, este). Além disso, no final, há também uma secção dedicada ao cinema português que me deixou, literalmente, boquiaberta. Decididamente, sou uma pessoa menos ignorante agora. 
 
Além disso, acho que este é o programa ideal para aproveitar uma manhã chuvosa de sábado, com ou sem crianças, pelo que fica aqui a sugestão.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 de outubro de 2013

O Curso de Fotografia com Joel Santos e Magali Tarouca

O Curso de Coaching, Liderança e PNL para o alto desempenho foi um dos melhores investimentos que fiz até hoje (obrigada por tudo Marco Meireles!). Não só porque me abriu os horizontes e me fez pensar (ainda mais) fora da caixa, como veio consolidar conceitos e ensinamentos que há muito vinha absorvendo aqui e ali. Ajudou-me, essencialmente, a traçar um plano para a minha vida, a identificar-me e a encontrar-me. Defini-me como pessoa e, pela primeira vez, tracei um plano sério daquilo que pretendo para a minha vida. A fotografia, entre tantas outras coisas, faz parte desse plano.

Assim, e depois de delimitadas as linhas gerais do meu plano de actuação, comecei a concretizá-lo. Li muito, adquiri livros técnicos de fotografia, comprei uma câmara nova e inscrevi-me num curso que há muito desejava. A diferença maior de ter um caminho delineado é que, finalmente, sei onde quero chegar e como lá chegar.

E por isso, no momento de escolher o curso, não hesitei. Só podia ser com o Joel e a Magali. O Joel é o meu fotógrafo português de referência desde há muito tempo. Admiro-o pelo talento e pelo profissionalismo e, agora que o conheço, ainda mais pela sua simpatia e humildade. E por saber que não é preciso ter um curso profissional de fotografia para saber fotografar bem. A determinação, um querer e uma força de vontade inabaláveis são o mote necessário para dar luz a um sonho. Além disso, o Joel é daquelas pessoas que não tem medo de partilhar o conhecimento, que ajuda o próximo sem hesitar e mostrou durante o curso uma disponibilidade e conhecimentos ímpares que, sinceramente, não têm preço. A Magali, por sua vez, é uma das pessoas mais queridas que conheço e fico muito feliz por a vida nos ter dado a oportunidade de nos cruzarmos a determinado momento. Os seus retratos são de ficar de queixo caído. Ela consegue captar o que de melhor existe nas pessoas, aquela beleza que não é apenas física mas que não passa despercebida e nos cativa ao primeiro olhar. As dicas que nos deu, a sua descontracção e simpatia vão ficar sempre no meu coração.

O curso teve a duração de uma semana, em horário pós-laboral de segunda a sexta (a componente teórica) e o dia inteiro de sábado (a componente prática, que consistiu basicamente num dia inteiro a fotografar e a aplicar os conhecimentos adquiridos). No Domingo, foi dia de avaliação final.

As aulas teóricas tiveram lugar nas instalações da Papa-Léguas e aquilo que o Joel nos transmitiu foi toda uma lufada de ar fresco para a minha vida. Finalmente, todas as coisas começaram a fazer sentido e a fotografia deixou de ser um mundo totalmente desconhecido para mim! No sábado, o ponto de encontro foi na Casa da Guia, em Cascais. Passámos a manhã na Peninha, no Parque Natural de Sintra, a fotografar a natureza e a fazer mil e uma experiências com a velocidade, a luz e a sensibilidade. Seguiu-se um almoço delicioso no Moinho (com uma vista espectacular!) e da parte da tarde, consolidámos novas técnicas e fizemos fotografia de retrato. Ao final do dia, fomos para a praia da Adraga (uma praia lindíssima, que adoro) e aí ficámos mesmo até ao anoitecer.

Foi um dia espectacular e esta foi uma experiência deveras enriquecedora. Aconselho vivamente este curso a quem, como eu, quer aprender muito mais sobre fotografia mas não tem a capacidade ou disponibilidade para tirar um curso profissional (que, by the way, começo a ponderar se será mesmo necessário?)

Deixo-vos algumas fotos do nosso dia de prática.
 





 

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