17 de novembro de 2011

É oficial: deprimi

 - eu já deixei praticamente de fumar
 - deixei de beber café
 - comecei a meditar diariamente (e tenho conseguido cumprir, salvo raras excepções)
 - levanto-me todos os dias com as galinhas

Posso deduzir, portanto, que força de vontade e espírito de sacrifício não me faltam.

Então por que raio não consigo eu emagrecer, hãn?

[sim, este post vem na sequência do anterior. Fiquei traumatizada]

Em caso de dúvida, por favor, nunca perguntar

"É impressão minha ou está de bebé?"

(What the fuck?#!#?)

15 de novembro de 2011

Eu e o meu puré de castanhas

Ultimamente tenho andado mega entusiasmada com tudo o que diga respeito ao tema culinária, motivo pelo qual tenho passado bastante tempo numa divisão até agora menosprezada lá em casa: a cozinha. E a dedicação tem sido tanta que já a limpei na perfeição e ao pormenor, de alto a baixo. Fiz uma selecção dos equipamentos e utensílios de que realmente gosto e tenho as gavetas e armários preenchidos com coisas que realmente uso e que manifestam alguma utilidade (pelo menos, aparente).

Além disso, compro tudo (bem, quase tudo que eu cá sou uma pessoa selecta e com algum bom gosto) o que sejam livros e revistas de culinária. E cozinho, cozinho imenso. E divirto-me. Sinto-me uma dona de casa cuidada e responsável.

Tenho feito dezenas de experiências e tentativas gastronómicas. Gosto de perder (ganhar) tempo na cozinha, porque realmente me acalma e me faz sentir uma pessoa produtiva e ocupada. Acho até que há uma pequena Martha Stewart dentro de mim, na realidade.

Tenho de confessar, no entanto, que as minhas incursões culinárias nem sempre me correm bem. Ontem foi um desses dias. Fiz um puré de castanhas que mais parecia, digamos, vomitado de cão. Acho que é a imagem que melhor o define. Tinha um aspecto nojento, esbranquiçado e pastoso e o sabor, meu deus, o sabor, era realmente medonho. Tão medonho que nem eu consegui comer. E acho que isto diz tudo. 

10 de novembro de 2011

Não deixa de ser curioso...

É precisamente nas alturas em que ando completamente assoberbada de trabalho que a minha vida toda se compõe. Torno-me mais regrada, mais disciplinada, acordo cedo por sistema, organizo o meu dia todo, consigo ir ao ginásio e ainda aproveito as horas de almoço para fazer qualquer coisa de útil. A inércia fica de lado e uma energia boa apodera-se de mim.

E apesar de chegar sempre a casa completamente de rastos, sinto-me bem. É uma sensação de dever cumprido, acho eu. E é bom.

3 de novembro de 2011

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