8 de janeiro de 2013

Mantra para 2013

Não atacarás a máquina de vending do escritório.
(repetido à exaustão)


Vou fingir que o dia de hoje não aconteceu.

13 coisas que quero fazer em 2013


#1 participar numa prova de corrida (5 km)


7 de janeiro de 2013

O meu marido perdeu a cabeça....

E ainda bem! Proporcionou-me um dos melhores fins-de-semana de sempre, com tudo pensado ao pormenor e com tudo a que tenho direito. Adorei, do fundo do coração. E este pequeno hotel entra directamente para o n.º 1 da rubrica "Sítios a visitar uma vez na vida".






















4 de janeiro de 2013

Um balanço de 2012

Num dos últimos dias do ano, aproveitei uns minutos de sossego antes de me deitar (enquanto o G. ainda estava na sala a ver filmes) e fiz uma retrospectiva do meu ano de 2012. Uma espécie de encerramento oficial daquilo que este ano significou para mim.

2012 não foi um ano de GRANDES coisas.

1. Não fiz grandes viagens e nem sequer tive grandes férias [à excepção de uma semaninha no Algarve (em que voltei, finalmente, a ir de férias com os meus pais) e de um fim-de-semana prolongado em Madrid com o meu amor]. Aliás, este ano, a maior parte dos meus dias de férias foram passados a estudar para o Mestrado ou a organizar e limpar a casa.

2. Não comprei muitas coisas (pelo menos, em comparação com o que era costume). Já em 2012 havia declarado guerra ao consumismo e as compras que fiz de roupa, calçado, cremes e perfumes foram quase residuais. Houve apenas uma excepção: os livros. 2012 deve ter sido o ano em que mais livros comprei. Mas a satisfação que me dão, o prazer que retiro da leitura de cada livro, aqueles momentos em que sou só eu e eles, fazem-me crer que os livros não são, de todo, um desperdício de dinheiro.

3. Remodelámos a casa. A ideia inicial era mudar de casa mas achámos que não era realmente a melhor altura e optámos por não nos endividar mais. Opção sensata esta. Mas, como estava a dizer, remodelámos a casa. Tornámo-la mais confortável. Deitámos paredes abaixo, unimos a sala e a cozinha, enchemos a casa de cor e o nosso quarto de vidro, pedras brancas e luz, muita luz. Pintámo-lo de verde, verde zen. Ficou lindo. Com esta remodelação total, acabamos por sair menos. Sabe mesmo bem estar em casa a descansar e a usufruir do nosso cantinho.

4. Iniciei e terminei a parte lectiva do Mestrado. Acabo por concluir que foi uma boa experiência, embora tenha plena consciência que não irá mudar a minha vida em termos profissionais. Foi bom como desafio pessoal e principalmente porque já tinha saudades de estudar. Foi bom também porque me permitiu conhecer duas pessoas fantásticas, a A. e a F.

5. Reaproximei-me da família, em particular de duas primas com quem passei praticamente toda a minha infância. Depois, a vida deu muitas voltas. Eu fui para a faculdade, elas não. Elas casaram cedo, eu não. Os nossos destinos e interesses deixaram de se cruzar, as nossas prioridades alteraram-se. Agora, mais velhas, mais maduras, apercebemo-nos de que a família é realmente importante e, pelo menos, uma vez por mês combinamos qualquer coisa. Todos juntos.


Em termos de experiências, há algumas que merecem ficar registadas:


- os concertos de Bon Iver (no Coliseu dos Recreios e no Campo Pequeno). Foram os dois tão bons, tão intimistas e envolventes que não sei qual deles gostei mais. Se tivesse mesmo de escolher um, seria talvez o primeiro, no Coliseu, pelo espaço, pela novidade e pela surpresa que foi sentir a voz do Justin a invadir cada pedacinho de mim.


- o concerto de Muse em Madrid. Não pelo concerto em si, porque já vi melhor, mas pelo facto de, pela primeira vez na vida, ter ido a um outro país ver uma banda que adoro.


- o yoga, mais precisamente o facto de ter começado a praticar na Casa Vinyasa e ter conhecido a Isa e a Stephanie. São mesmo duas pessoas especiais e têm sido uma influência muito importante no caminho que me decidi a percorrer.


- por último, mas não menos importante, ter conhecido a Sarah B. do My New Roots. A Sarah é uma enorme inspiração para mim. Quando for grande quero ser como ela!

Referir ainda que 2012 me ensinou a palavra gRaTiDãO. Estou imensamente grata pelos Pais maravilhosos e excepcionais que tenho, que tudo fazem para me ajudar e para me verem bem e feliz. Estou imensamente grata pelo marido que tenho, por ser tão boa pessoa e tão meu amigo, por me fazer rir quando só me apetece chorar e por me fazer ver que a perfeição não existe nem deve existir. E estou – e estarei sempre – imensamente grata ao meu marido por ter trazido ao mundo a criança mais adorável que conheço. Se não fosse ele, se não fosse por ele, a D. não existiria na minha vida e eu seria, certamente, uma pessoa (e uma madrasta, que palavra tão feia!) menos esclarecida.

2012 foi também um ano de busca incessante. Por uma vida simples, saudável e minimalista. Tenho a certeza que 2013 vai ser o concretizar de toda essa busca e sinto também que vai ser o ano em que, finalmente, me vou reencontrar.


Aprendi ainda …

… que a família é das coisas mais importantes que podemos ter na vida e que constitui uma base sólida de nos mesmos

… que os verdadeiros amigos são raros, muito raros

… que não preciso de muitos bens materiais para ser feliz (e em 2013 hei-de precisar ainda menos…)

… que o que conta mesmo é aquilo que nós somos, a nossa essência, aquilo que nos distingue e acaba por nos distanciar dos demais.

2012 foi, em suma, um ano recheado de pequenas coisas que, de tão importantes e simbólicas, se tornaram gigantes. E eu acho (aliás, tenho a certeza), que a minha evolução e crescimento pessoal têm passado muito por aqui. Por aprender, finalmente, a dar valor às pequenas coisas que, no fundo, são aquelas que verdadeiramente têm significado. E só peço que 2013 não seja muito diferente.

Objectivos para Janeiro


- aprender a não procrastinar (com a ajuda deste querido que tanto me tem inspirado)

- andar a pé todos os dias (Projecto Walk 365)

- Yoga em casa todas as manhãs

- correr 3 kms seguidos (ainda só consigo 2)

- perder, pelo menos, 3 kg


No final do mês faço o devido balanço.

3 de janeiro de 2013

Why is it?

I'm always willing for something to arrive. And that´s a good thing, isn't it?

Das boas sensações

Não há nada como uma caminhada à beira-mar para pôr os pensamentos em dia. Pena é que tenha ficado com o cérebro congelado! (estava tanto frio na Ericeira ontem à noite, meu Deus). Acabei por não conseguir pensar em nada! O que também, diga-se de passagem, não é necessariamente mau...

2 de janeiro de 2013

Para este ano quero

Muitos projectos, muitos mimos e pensamentos positivos. Quero apanhar sol na cara, quero correr em direcção ao mar, sozinha, contigo, os três de mão dada! Quero um bebé (ou dois!). Quero neve, quero praia, quero montes, montanhas e lagos. Quero Baqueira e a Nova Zelândia. Quero a Ericeira e a minha Lisboa por perto, sempre. Quero família, quero amigos bem-dispostos e de bem com a vida. Quero sorrisos, quero lágrimas, quero brincadeiras e confusões. Quero sol, muito sol, sardas na cara e dores nos pés à laia de tanto dançar. Quero saias compridas, pulseiras nos braços e uma no pé também. Quero fotografias, filmes, livros, novos pensamentos e emoções fortes. Quero corridas, muitas corridas. Quero uma tatuagem nova. Quero-me de volta. E Quero-te a ti, sempre.

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