30 de novembro de 2012

E ao fim de quase um ano...

... vou finalmente poder dormir até mais tarde num sábado de manhã. Já nem sei se consigo!

[acabaram as aulas do Mestrado. Yupi!]

Best of 2012 #3

 O Filme: "Amigos Improváveis" (The Intouchables).

Adorei este filme. Realmente o cinema francês está "em altas". Já no ano passado tinha ficado completamente de queixo caído com o filme "Les Petits Mouchoirs" (Pequenas Mentiras entre Amigos) e este vem comprovar que desde o argumento à realização, passando pelos magníficos actores, tudo é bom no cinema francês. Estou rendida.

29 de novembro de 2012

Best of 2012 #2

Livro do ano: A Bofetada, de Christos Tsiolkas [apesar de publicado em 2011, apenas o li em 2012]

Este foi um ano de leitura. Li muito. Li tanto. Tanta coisa de tantas áreas diferentes. Direito e Gestão (mais por imposição profissional e académica que por gosto pessoal, confesso), Nutrição, Culinária, Desenvolvimento Pessoal, Minimalismo, Organização e Gestão de Tempo, Ficção, Auto-biografias, enfim um sem número de áreas e temáticas totalmente diversas entre si.

Um dos que mais me marcou foi mesmo este. Uma história muito bem escrita com personagens tão bem caracterizadas e exploradas que as tornam difíceis de esquecer.
Uma menção honrosa para "O Estranho Caso do Cão Morto", de Mark Haddon e também para o "A Culpa é das Estrelas", de John Green.

Em ex aequo no primeiríssimo lugar "A arte da simplicidade", de Dominique Loreau (este é um dos livros que não me canso de ler. Já o tenho há alguns anos mas há-de ser sempre o livro do ano para mim! Faz-nos realmente ver e perceber que conseguimos viver tão ou mais felizes apenas com o essencial e, diria até, que nos faz mesmo desejar uma vida mais simples e cheia de significado) e "Miss Minimalist, Inspiration to downsize, declutter, and simplify", de Francine Jay (adoro o blog e os livros dela. Para quem tenha interesse nesta temática, o "The Joy of Less" da mesma autora também é muito bom).

28 de novembro de 2012

Best of 2012 #1

Em termos de concertos, sem dúvida alguma que a distinção vai para Bon Iver.

Adorei vê-los ao vivo quer no Coliseu dos Recreios quer no Campo Pequeno (aliás, não consigo decidir qual dos concertos gostei mais. Se o primeiro foi bom pela novidade e pelo ambiente intimista, o segundo não lhe ficou atrás com um Justin Vernon mais desinibido e totalmente entregue ao público português).

E não, o concerto do ano para mim não foi o de Muse. Com muita pena minha. Lamento mas ficam num modesto 3.º lugar.

27 de novembro de 2012

Inspiro(-me), desinspiro(-me), inspiro(-me), desinspiro(-me). Tem sido este o ritmo dos meus dias.

26 de novembro de 2012

Este fim-de-semana foi a loucura

E eu começo a ficar velha para tanto andamento! Os fins-de-semana passados com amigos do coração são quase sempre inesquecíveis. Este que passou foi simplesmente brilhante! Comemos muito (sushi no sábado e uma bela mariscada para almoço de Domingo), bebemos ainda mais (abençoado vinho branco que nos põe tão bem-dispostos!) e rimos. rimos tanto. foi tão bom.

[obrigada j. e l. pela companhia maravilhosa que nos fizeram este fds. we love you]

23 de novembro de 2012

It's friday and I´m in love

Há dias em que estou tão grata pela vida e família que tenho que é impossível não me sentir uma pessoa abençoada. Muita coisa pode correr mal à minha volta mas se há coisa de que não me posso queixar é das pessoas, das minhas pessoas. Hoje é um bom dia para agradecer. Obrigada por fazerem parte de mim e estarem sempre por perto.

22 de novembro de 2012

Da importância das rotinas

A doce rotina dos meus dias começa, por norma, bem cedo (mais precisamente por volta das 7, sendo que o objectivo são as cinco e meia, seis). Espreguiçadela para aqui, estiramento para acolá e estou pronta para sair da cama. Faço duas ou três séries de alongamentos para desentorpecer os músculos e sigo directa para a casa-de-banho. Lavar dentes, escovar rosto e corpo, leite de limpeza e tónico facial. De seguida, o meu sagrado copo de água morna com sumo de limão. Tudo com muita calma e tranquilidade.

[Este é um ritual que eu tento cumprir todos os dias. Se adormeço e acordo mais tarde ou carrego inconsequentemente no botão snooze do telemóvel vezes a mais, é certinho e garantido que o dia já não me corre tão bem.]

Depois, por norma, dou uma volta à cozinha (arrumo a loiça que ficou lavada da noite anterior, dou um jeito à bancada da cozinha, faço a cama, ponho a casa a arejar, etc…), preparo o pequeno-almoço e um chá, tomo banho, sigo o meu ritual de beleza de cremes de corpo e rosto, dou um jeito à casa-de-banho, visto-me e vou tomar o pequeno-almoço nas calmas até serem horas de ir para o escritório. Quando tenho mais tempo (ou seja, quando acordo mesmo bem cedo), ainda consigo ler qualquer coisa. Se me sinto cheia de energia, em vez de arrumar a cozinha ou ler, vou andar a pé ou correr. E fico logo tão bem-disposta. Sinto-me realizada e com a sensação de dever cumprido!







20 de novembro de 2012

De cada novo ano

Eu tenho tantos objectivos pensados, planeados e delineados para o próximo ano que a coisa que eu mais desejo é que ele realmente comece. Mas isto é uma estupidez, não é? Eu não precisava de esperar por um novo ano para começar a inserir todas estas alterações, projectos e desafios no meu dia-a-dia. Mas..., não conseguindo explicar bem porquê, é como se o primeiro dia de um novo ano me desse superpoderes! É como se só e apenas esse primeiro dia me desse a injecção de adrenalina que preciso para começar de novo. Outra vez. Como se nenhum outro dia tivesse a força do primeiro dia de um ano novo.

[Apesar de todos os dias serem um bom dia para começar de novo :)
Pelo menos, é sempre este o meu pensamento ao longo do resto do ano, quando o boost de adrenalina se perde lá para meados de Fevereiro... ]

Vou tentar que no próximo ano isso não aconteça e que 2013 seja realmente o ano em que vou conseguir ser tudo o que quero ser, em que vou dar o máximo de mim em tudo o que faço. E em que vou alcançar todas as metas a que mentalmente me venho propondo há tanto tempo. Vou preparar-me a 100% para que nada falhe, definir todos os objectivos a alcançar com metas e prazos concretizáveis e realistas. E vou também partilhar por aqui alguns desses objectivos e desafios para aqueles que, quem sabe!, pretendam acompanhar-me nestas mudanças!

19 de novembro de 2012

18 de novembro de 2012

A perfect sunday

Acordar bem cedinho, prática de yoga logo pela manhã, passeio a pé por uma Lisboa tão mais calma que o habitual.

Regresso a casa, tempo para experiências culinárias e saída para um almoço tardio e passeio a dois pelo Chiado.

Voltar para o conforto do lar, comer qualquer coisa simples e relaxar. Gosto destes dias calmos e sensaborões. Dão-me a energia perfeita para começar uma nova semana.

16 de novembro de 2012

Das surpresas

Ontem fiz uma surpresa ao meu marido (como é que é possível que passado mais de um ano, ainda me cause estranheza tratá-lo assim?!?). Levei-o ao Lux para vermos os The Irrepressibles. Consegui que, mesmo até ao início do concerto, ele nunca descobrisse ou desconfiasse sequer ao que íamos. “Mas vais levar-me ao Lux? A sério?”, perguntava-me ele totalmente incrédulo. “Sim, deram-me convites para uma festa privada”. Fixe.

Ele adorou. E eu também gostei. Um concerto super intimista, um Jamie McDermott muito pouco produzido - para o que é habitual - mas que faz o que quer da voz. E que voz. Às vezes, é mesmo de arrepiar. Único ponto negativo: a música de abertura do concerto num playback muito farsolas. Não se faz e não havia necessidade. Fiquei até um bocadinho desiludida, confesso.

[Quanto a mim, o ponto alto da noite foi mesmo ter ido ao Lux. Em 31 anos de existência nunca lá tinha posto os pés. Sou uma menina, eu sei.]

Deixo-vos com aquela que é, na minha modesta opinião, uma das músicas mais bonitas de sempre. Também vale bem a pena ver o vídeoclip.  


Bom fim-de-semana!

15 de novembro de 2012

As coisas que nós somos


Eu sempre fui uma pessoa que gostou de ter coisas. Muitas coisas. Eu não me bastava com um perfume, eu tinha de ter todos os perfumes de que gostava no momento. Mesmo que os cheiros se misturassem e demorasse meses até que os pudesse usar a todos. Com a roupa era igual. As calças pretas não me chegavam. Tinha também de ter as azuis e as brancas e, já agora, por que não?, as castanhas. E assim era com mais uma imensidão de objectos, coisas e bens materiais que, na altura, julgava não poder viver sem eles.

Era como se as minhas coisas fossem o meu mundo (em certos casos, agora muito mais controlados e seleccionados, ainda são. Mas agora dou-lhes um valor especial). Eu adorava ter coisas. O ter, o possuir, davam-me uma sensação indescritível de segurança e de conforto. Como se eu fosse mais eu por as ter, percebem? Como se eu e essas coisas fôssemos indissociáveis, como se elas definissem a minha personalidade e tomassem conta de quem eu era. Eu achava que só era assim porque as tinha.

Olhando agora em retrospectiva, percebo que eu era realmente uma pessoa materialista. Hoje percebo que as coisas não são nada ou, pelo menos, não são tudo. Ultimamente, confesso que as coisas até me atrapalham e às vezes desespera-me não saber o que fazer com a quantidade de roupas, perfumes, cremes, bijutaria e acessórios que ainda tenho lá por casa.

Há coisa de um ano para cá tenho andado a tentar livrar-me do excesso. A pouco e pouco, de forma controlada e respeitando os meus “mini-projectos de decluttering” e as minhas infindáveis to-do lists, que são meticulosamente organizadas para o efeito.

Tenho tentado levar uma vida mais simples, centrada em mim e nos meus (que são, no fundo, as “coisas” mais importantes que podemos transportar connosco) e percebi realmente que não preciso de muita coisa para ser feliz. Demorei trinta anos a chegar a esta conclusão mas atingiu-me com a força de um murro no estômago. E o caminho que fiz até aqui fez-me perceber apenas isto: eu preciso de ter menos para poder ser mais. Simple as it is.



12 de novembro de 2012

Totally in love with Sarah B.

Este fim-de-semana foi simplesmente mágico. Tive a oportunidade de conhecer uma das pessoas que mais me tem inspirado nos últimos tempos. Ela é linda de morrer, simpática até mais não, mega expressiva e tão, mas tão simples e tão querida. Falo-vos da Sarah B., a talentosa chef e holistic nutritionist (entre tantas outras coisas) por detrás do magnífico blog My New Roots.

No Domingo de manhã acordei bem cedo e nem a chuva intensa me impediu do meu propósito. Prática de yoga logo pela manhã seguida do magnífico workshop Winter Dessert Class na Casa Vinyasa, um sítio que também eu já considero a minha segunda casa.

A Sarah é realmente magnífica e o seu trabalho é verdadeiramente fantástico. Deixo-vos com algumas fotos. Mais tarde virão as receitas, depois de testadas e aprovadas pelos lá de casa.


Os preparativos


A Sarah!



Um pudim de comer e chorar por mais!


As ginger cookies antes de irem ao forno


As Chocolate Mint Tarts, uma sobremesa simples, saudável e deliciosa.


A melhor receita de granola de sempre. E eu até nem sou grande fã de granola.


Bolachinhas de gengibre. Yummi!

Esta tarte é mesmo qualquer coisa de fenomenal. Vou experimentá-la no próximo fim-de-semana e depois partilho a receita.


All photos by Miss Strawberry.

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