31 de agosto de 2011

Eu pareço mesmo uma miúda

Ando tão feliz que digo a toda a gente que vou casar. Advogados da outra parte, inclusive. É uma animação!!!

30 de agosto de 2011

Weddings' report #10

De todas as tarefas que ainda tenho pela frente, escrever os votos é a que mais me preocupa.

Nunca fui muito boa a expressar os meus sentimentos.
[Muito menos à frente de outras pessoas]


26 de agosto de 2011

Mami, estou contente com o que a vida me reservou até aqui. E tinhas razão, não vale a pena pensar muito nisso. O que tiver de acontecer, acontece sempre. Que sera, sera...

When I was just a little girl, I asked my mother what will I be ...
Will I be pretty, will I be rich ...
Here's what she said to me:
Que sera, sera...
Whatever will be, will be...

Weddings' report #8 - o eleito para o grande dia

Weddings report #7

O nervoso miudinho instalou-se e veio para ficar. Na próxima 6.ª feira, por esta hora, já estou casada pelo registo e a preparar-me para a cerimónia que vamos fazer na praia. Eu, vestida de noiva, de braço dado com o meu Pai, a tentar caminhar na areia. Rezo para conseguir andar direita e não torcer um pé. Vai ser bonito, vai.

[p.s. estou ansiosa por ver o olhar do G. à minha chegada. sempre achei este o momento alto de qualquer casamento]

22 de agosto de 2011

Ora vejamos... (weddings' report #6)

Passei o ano todo a tentar emagrecer e não consegui. Na altura em que precisava de manter o peso tal e qual como estava, é que emagreço! Resultado: toca a apertar o vestido de noiva!

21 de agosto de 2011

A magia dos números




Para quem é viciado em números, como eu. Uma história bonita e um verdadeiro desafio ao intelecto.

20 de agosto de 2011

Sábado de Outono com sabor a crumble

Acordámos cedinho e rumámos a Sintra. Adoro esta vila encantada, principalmente em dias cinzentos como o de hoje, com alguma chuva à mistura. É a minha injecção de adrenalina, confesso.

Em virtude dos excessos cometidos ontem, hoje tive comigo um noivo debilitado (if you know what I mean...) e, portanto, o passeio foi só de carro. Subimos e descemos a serra, explorámos becos e pequenas ruas (verdadeiros labirintos) até agora desconhecidos. Fiquei rendida, uma vez mais, a toda aquela beleza e  inebriada com o perfume de Sintra, sempre tão característico. Confesso que fiquei também com uma pontinha de inveja dos proprietários daquelas quintas magníficas, tão isoladas e um tanto ou quanto sombrias.

No caminho de regresso a casa, comecei logo a magicar. Quando me sinto inspirada, a minha mente "anda a mil à hora". Queria cozinhar algo que descrevesse o que senti hoje e um crumble de pêra iria transmitir na perfeição o que eu pretendia. Deixo-vos aqui a receita. Só tenho pena de não conseguir transpor igualmente o cheiro que neste momento inunda a minha casa. Bom apetite!

Crumble de pêra (para 8 a 10 pessoas
6 pêras; 80 gr. de manteiga; 200 gr. de farinha de trigo; 80 gr. de açúcar mascavado; canela a gosto



Descascam-se, retiram-se os caroços e cortam-se as pêras em gomos finos; num pirex, coloca-se metade das pêras em formato de leques. Polvilha-se esta camada com a canela e um pouco do açúcar, previamente misturados.
Coloca-se outra camada sobre a anterior.



Misturam-se os restantes ingredientes numa taça, esfarelando-os com os dedos, até obter uma espécie de "farofa"; de seguida vai ao forno pré-aquecido a 180.ºC por cerca de 40 minutos (ou até que a superfície esteja dourada e crocante). Depois é só servir! Eu acompanhei esta delícia (ainda quente, como se impõe) com o novíssimo Icecream Smoothie, cranberry and summer berries da Haagen Dazs e decorei com groselhas e mirtilos frescos. 

Uma sobremesa deliciosa e aconchegante para estes dias de Outono antecipado...

Receita adaptada daqui.

Noites de sexta-feira

As noites de sexta-feira são as minhas preferidas. Desde os tempos da faculdade e cada vez mais. É o início do fim-de-semana, o acalmar da mente, a sensação de paz e leveza ao fim de uns dias de trabalho. O plano é quase sempre o mesmo. Jantamos sempre fora à sexta, normalmente com os meus pais e já na Ericeira (home sweet home). O engraçado é que nunca se sabe como a noite vai acabar. Ontem, por exemplo, acabou com o meu pai a vir pôr-me a casa às duas da manhã e a minha mãe e o G. a irem de braço dado para o Ouriço...

Olá, o meu nome é Joana

Este blog é tanto de mim e, ao mesmo tempo, tão pouco. E digo isto porque tudo o que aqui escrevo, salvo raras excepções (que mais não são do que laivos momentâneos de espontaneidade), é pensado, ponderado e corrigido à exaustão, com um detalhe mesquinho e quase obsessivo. Textos revistos vezes sem conta, palavras substituídas aqui e ali, um ponto aqui, uma virgula acolá, ora apaga ora volta a escrever. É também certo que nada do que aqui escrevo se afasta da verdade dos meus dias mas, por outro lado, há tantas outras coisas que gostaria de aqui eternizar e que nunca chegaram a ser reveladas. Por medo (de ser criticada), por vergonha, até por insegurança. Sempre a insegurança... A maior parte delas não passam de infantilidades e pensamentos dispersos, muitos deles sem qualquer lógica ou fio condutor. Mas não deixam de fazer parte de mim e eu sou assim. Esta sou eu e ponto final e a partir de agora assumo-o. E eu sei que a vergonha em demasia e o medo de ser criticada não poderão continuar a comandar-me e a oprimir-me.

Depois há alturas, como esta, em que me pergunto: "de que me serve ter um registo desta minha passagem se continuo a guardar tudo para mim, se um dia me vou esquecer por não ter deixado um registo (sendo que esse foi precisamente o propósito deste blog)?" E os receios que tenho em relação a este assunto em particular são precisamente os mesmos que tenho no meu dia-a-dia. O não falar, o não demonstrar dor, sofrimento o não dar "parte fraca", o guardar tudo para mim...

Sei que tudo isto faz de mim uma pessoa tão menos espontânea quanto mais aborrecida, na exacta proporção. E eu não quero ser uma pessoa enfadonha, zangada ou reprimida. Ainda para mais, por mim mesma. A única coisa que eu quero mesmo é ser feliz, ser EU, tal e qual como sou. Eu quero ser o espelho de mim mesma. E é por isso que a partir de hoje, viro uma nova página na minha vida. Na real e na virtual.

Olá, o meu nome é Joana.

5 de agosto de 2011

4 de agosto de 2011

Bali

"The mere mention of 'Bali' evokes thoughts of a paradise. It´s more than a place; it´s a mood, an aspiration, a tropical state of mind."

Ryan Ver Berkmoes,
Lonely Planet writer


[falta precisamente um mês]











3 de agosto de 2011

Quando for grande quero um igual

Weddings' report #4 - as alianças

Depois de muita indecisão, estão finalmente escolhidas e encomendadas. Não aconselho nenhuma noiva a deixar este assunto por resolver até tão perto da data do acontecimento. Sujeitam-se a ficar uma pilha de nervos. Além disso, e no meu caso, a tendência natural que tenho para a indecisão intensificou-se ainda mais. Em larga escala, diria mesmo.

As alianças acabam por ser a única coisa tradicional no nosso casamento. São de ouro rosa, redondas e amendoadas por dentro. São super confortáveis mas confesso que nem eu nem o G. nos habituámos ainda muito bem à ideia de ostentarmos uma anilha dourada no anelar.

Ainda pensámos noutras alternativas, como ouro branco ou até prata. Vimos umas lindíssimas em prata e cerâmica preta mas também não era bem aquilo. No fundo, no fundo, quanto a este aspecto, nenhum de nós sabia muito bem o que queria...

A ver vamos se daqui a uns tempos olhamos para elas de maneira diferente. Certo é que a inscrição por que optámos, no interior das alianças, diz muito de nós e só por isso vai valer a pena ostentar aquela pecinha simbólica...

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