28 de outubro de 2009





Vivo, há anos, numa ânsia constante em ser magra*. Aliás, o que eu queria mesmo era ser alta e magra. Alta, tornou-se manifestamente impossível a partir do momento em que atingi a minha altura máxima, que é a que hoje ainda tenho [parece-me razoável poder afirmar, com um elevado grau de certeza e convicção, que, com vinte e oito anos, já não crescerei nem mais um centímetro!].
Agora quanto a ser magra, confesso que ainda não perdi a esperança. Nem o apetite...

[e acho, tenho cá para mim, que é precisamente aqui que reside o problema...]



*uma ânsia que, a certa altura, se transformou numa doença perigosa [felizmente há muito ultrapassada] e que me levou até ao "Outro Lado do Espelho".

4 comentários:

Nêss. disse...

Também ja tive uma fase assim.. Vivia um pouco que obcecada com o meu peso, mas sem nunca levar as coisas ao limite. Mas este ano, deixei de me preocupar com isso. Decidi simplesmente que tinha mais em que pensar no que na fatídica balança. E desde aí, tenho vindo a perder imenso peso sem ter mudado absolutamente nada..

Girl in the Clouds disse...

Se calhar é a obsessão!! E a ansiedade causa apetite!! O esporto ajuda muito a perder peso!! Kiss

Mãe Inês disse...

Acho que todas nós, em algum momento da vida (sobretudo na adolescência), vivemos com a obsessão do peso. Eu também não fui excepção e essa obsessão levava-me a constantes oscilações de peso. Que me cansavam, me frustravam e davam cabo do meu metabolismo. No dia em que deixei de ter tempo para dedicar tanta da minha atenção a este assunto (o dia em que fui Mãe), o meu corpo estabilizou e atingi um peso regular que me deixa confortável e em paz com o meu corpo. Lá está, como em quase tudo, o efeito regulador está na nossa cabeça.

Beijinhos

Anónimo disse...

Ofereci-te "O Outro Lado do Espelho" com tão boas intenções na altura para incentivar-te a não continuares num rumo sem sentido e que não valia de todo a pena, que nem me dei conta de que te prejudiquei ainda mais. Desculpa-me por isso. Mas ambas sabemos que por vezes os extremos parecem-nos as soluções mais esperançosas e fáceis para atingir os objectivos, tão fáceis que nunca me imaginei num futuro seguinte ao teu seguir os mesmos passos. Mas passados anos ganhámos maturidade, percebemos as prioridades e os outros objectivos vão sendo atingidos paralela e gradualmente. Se sabes que neste momento te faria mais feliz estares diferente luta por isso, sem desespero e sempre valorizando o teu ser interior que é aburdamente rico. Por fora também mas deves somente sentir-te bem contigo própria e saudável, o que os outros pensam, como escreveste, já deixou de ser uma restrição...
Escrevo sempre um testamento. Seja, é a miiiiinha maneira de escrever...

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